{"id":322,"date":"2007-08-07T21:28:00","date_gmt":"2007-08-08T00:28:00","guid":{"rendered":"https:\/\/luanabeatriz.art\/blog\/o-pequeno-polegar\/"},"modified":"2025-07-28T22:19:16","modified_gmt":"2025-07-29T01:19:16","slug":"o-pequeno-polegar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/luanabeatriz.art\/blog\/o-pequeno-polegar\/","title":{"rendered":"O Pequeno Polegar"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color: #3366ff;\">Esta ai mais um conto do grande escritor Charles Perrault!<\/p>\n<p><\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/b\/R29vZ2xl\/AVvXsEgPbPGOXijwzgGHUzBuzmaRqQ26XrVVzGXfk1aBBDqUnuYqUGSBghWfs1kP6tb67KG2j3RL0FMHylMlbkpJq3I14m0ppQBKnYh9QOLQ2MDFJ6xwwOoVuPA8fydEL7wUs8V3a-iAN8KTlIM\/s1600-h\/pequenopolegar.jpg\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" border=\"0\" id=\"BLOGGER_PHOTO_ID_5096120344667501634\" src=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/b\/R29vZ2xl\/AVvXsEgPbPGOXijwzgGHUzBuzmaRqQ26XrVVzGXfk1aBBDqUnuYqUGSBghWfs1kP6tb67KG2j3RL0FMHylMlbkpJq3I14m0ppQBKnYh9QOLQ2MDFJ6xwwOoVuPA8fydEL7wUs8V3a-iAN8KTlIM\/s200\/pequenopolegar.jpg\" style=\"cursor: pointer; float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt;\" \/><\/a>  <\/p>\n<p><span style=\"font-weight: bold;\">O PEQUENO POLEGAR<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 85%;\">Era uma vez um casal de lenhadores muito, muito pobres, com sete filhos pequenos. Um deles, o ca\u00e7ula, era magro e fraco, mas esperto e inteligente; era conhecido como Polegar, por ser muito pequeno ao nascer. Naquele ano dif\u00edcil, faltava tudo, praticamente n\u00e3o havia o que comer. Os dois lenhadores, desesperados com tanta mis\u00e9ria e tantas bocas para alimentar, encontraram uma triste solu\u00e7\u00e3o: iriam se livrar dos sete filhos esfomeados. Enquanto os filhos dormiam, pai e m\u00e3e planejaram como agiriam para abandonar as crian\u00e7as. \u2014 Vamos levar as crian\u00e7as para a floresta \u2014 disse o lenhador. \u2014 L\u00e1, enquanto juntam lenha, n\u00f3s as abandonaremos e fugiremos sem que percebam. Quando o pai pronunciou a \u00faltima palavra, seus olhos e os de sua esposa estavam cheios de l\u00e1grimas. \u2014 Coitadinhos dos meus filhos \u2014 disse a m\u00e3e, solu\u00e7ando. \u2014 Ficar\u00e3o sozinhos, sentindo frio, fome e medo das feras do mato\u2026 \u2014 Prefere, ent\u00e3o, que morram de fome aqui mesmo conosco, sob nossas vistas? \u2014 perguntou o pai, tamb\u00e9m chorando.<a name='more'><\/a> N\u00e3o havia solu\u00e7\u00e3o. As crian\u00e7as morreriam, em casa ou na floresta. Ent\u00e3o, era melhor que fosse longe, para os pais sofrerem menos. Combinaram o que fariam no dia seguinte e foram dormir. Pela manh\u00e3, o casal chamou os filhos e foram todos para a floresta. Enquanto as crian\u00e7as estavam ocupadas em apanhar bastante lenha, os pais foram se afastando, afastando, at\u00e9 ficarem bem longe. Quando os sete irm\u00e3os perceberam que estavam sozinhos, os seis maiores come\u00e7aram a chorar. Mas Polegar n\u00e3o desanimou. Encorajou os irm\u00e3os propondo que, juntos, procurassem o caminho de casa. Come\u00e7aram a caminhar pela floresta mas, infelizmente, quanto mais caminhavam, parecia que estavam mais perdidos e n\u00e3o sabiam que rumo seguir. Chegou a noite, come\u00e7ou a chover e a fazer muito frio; ao longe, os lobos uivavam. Os seis pequenos estavam desesperados, amedrontados e desanimados. Mas Polegar, sempre muito ativo, subiu em uma grande \u00e1rvore e, l\u00e1 do alto, viu uma luz brilhar ao longe. Imaginou que seria a luz de uma casa. Sem hesitar, o garoto desceu da \u00e1rvore e, guiando os irm\u00e3os, come\u00e7ou a andar na dire\u00e7\u00e3o daquela luzinha distante. Andaram e andaram, at\u00e9 chegar a uma casa imensa e assustadora. Polegarzinho bateu \u00e0 porta e uma mulher veio abrir. \u2014 Quem s\u00e3o voc\u00eas, crian\u00e7as, e o que querem? \u2014 Estamos perdidos na mata. Tenha pena de n\u00f3s, minha senhora. Estamos com fome e precisamos de um lugar para dormir. Poderia nos abrigar? \u2014 Coitados! Voc\u00eas est\u00e3o sem sorte. Esta \u00e9 a casa de meu marido, o Gigante, verdadeiro devorador de criancinhas. Polegar logo respondeu, sem demonstrar medo: \u2014 Se ficarmos na mata, com certeza seremos devorados pelos lobos. Ent\u00e3o, j\u00e1 que estamos aqui, preferimos ser devorados pelo Gigante. Ali\u00e1s, quem sabe ele n\u00e3o se comover\u00e1 e nos deixar\u00e1 viver? J\u00e1 com os lobos, n\u00e3o haver\u00e1 conversa alguma. A mulher do Gigante tinha cora\u00e7\u00e3o mole e se deixou convencer: permitiu que os sete irm\u00e3os entrassem. Mal tinham acabado de entrar, ouviram fortes golpes na porta: era o Gigante que regressava! A mulher escondeu as crian\u00e7as embaixo do arm\u00e1rio e correu para abrir a porta. O Gigante entrou. Era um ser enorme, de aspecto horr\u00edvel. Logo que passou pela porta, come\u00e7ou a farejar de um lado e de outro, desconfiado, cheirando com prazer e apetite: \u2014 Cozida ou ensopada. Aqui tem cheiro de deliciosa crian\u00e7ada! Dizia isso e lambia os bei\u00e7os. \u2014 Imagine, nada disso! \u00c9 o cheiro da janta \u2014 disse a esposa, tremendo de pavor. Mas o Gigante n\u00e3o se deixava enganar, pois conhecia bem demais o cheiro da carne humana. \u2014 Assadinhas ou fritinhas. Aqui tem o cheiro de criancinhas! E lambia os bei\u00e7os. Guiando-se pelo faro, foi em dire\u00e7\u00e3o ao arm\u00e1rio e, com as enormes m\u00e3os, arrancou de l\u00e1 os sete irm\u00e3os, um por um, mais mortos do que vivos pelo medo. \u2014 Muito bem! Aqui tem uma \u00f3tima refei\u00e7\u00e3o para amanh\u00e3. E come\u00e7ou a afiar o fac\u00e3o. J\u00e1 tinha agarrado o pesco\u00e7o do irm\u00e3o mais velho quando a mulher falou: \u2014 Por que voc\u00ea quer mat\u00e1-los nesta noite? A janta j\u00e1 est\u00e1 pronta! \u2014 Tem raz\u00e3o, minha velha \u2014 resmungou o Gigante. \u00c9 melhor economizar, portanto deix\u00e1-los-ei para amanh\u00e3, \u00e9 melhor que descansem um pouco. A mulher do Gigante suspirou aliviada. Levou as crian\u00e7as para dormir no quarto em que estavam suas sete filhas, sete meninas muito feias e cru\u00e9is, como o pai. Assim, dormiriam em uma larga cama as sete garotinhas. E em uma cama igual, ao lado, os sete irm\u00e3ozinhos. Polegar reparou que as filhas do Gigante usavam suas coroas de ouro mesmo enquanto dormiam. Receando que o malvado mudasse de id\u00e9ia e decidisse mat\u00e1-los naquela mesma noite, o pequeno pegou seu gorrinho e os de seus irm\u00e3os e os colocou com cuidado na cabe\u00e7a das garotas adormecidas, ap\u00f3s tirar as coroazinhas de ouro, que colocou na sua cabe\u00e7a e na dos queridos irm\u00e3os. Estava feita a troca. A certa altura o Gigante acordou, arrependido por ter adiado a matan\u00e7a. Agarrou o fac\u00e3o e foi ao quarto das filhas, no escuro. Tateando, aproximou-se da cama em que dormiam os sete irm\u00e3os. Polegar sentiu a enorme m\u00e3o do Gigante tocar em seus cabelos e na coroazinha e, em seguida, o horroroso exclamou: \u2014 Meu Deus! O que estava para fazer? Por pouco quase degolei minhas pr\u00f3prias filhotas! Aproximou-se da outra cama, estendeu a m\u00e3o, sentiu os gorrinhos de l\u00e3 r\u00fastica e riu. E, sem d\u00f3, cortou de uma vez s\u00f3 as sete gargantas. Depois voltou para a cama, para continuando o sono interrompido. Bastaram alguns minutos, e j\u00e1 estava roncando forte. Com muito cuidado, o pequeno Polegar acordou os irm\u00e3os e contou-lhes o que acontecera. Falou da troca dos gorros com as coroas para enganar o Gigante, e concluiu: \u2014 Devemos fugir imediatamente, antes que seja tarde! Silenciosamente, os coitadinhos sa\u00edram daquela casa e foram para a floresta. Andaram a noite toda, sem saber bem para onde ir. Caminhavam rapidamente, para escapar da f\u00faria do terr\u00edvel Gigante. Na manh\u00e3 seguinte o Gigante acordou e, antes de mais nada, foi pegar suas v\u00edtimas para cozinh\u00e1-las. Imaginem s\u00f3 como ficou, ao perceber que havia degolado suas amadas filhinhas e que os sete guris tinham desaparecido! Cego de raiva, cal\u00e7ou suas botas m\u00e1gicas, que a cada passo alcan\u00e7avam sete l\u00e9guas, e partiu para a persegui\u00e7\u00e3o. Dali a pouco j\u00e1 estava bem pr\u00f3ximo dos fugitivos. Polegarzinho, sempre alerta, viu que ele estava chegando e, sem perder a calma, mandou os irm\u00e3os se esconderem em uma caverna ali pertinho. E l\u00e1 vinha o Gigante, cada vez mais perto dos indefesos meninos. Andara muito, e j\u00e1 come\u00e7ava a se cansar. Precisou, ent\u00e3o, parar e resolveu dar uma cochiladinha. E sabem onde? Bem na frente da caverna em que estavam escondidos os irm\u00e3os. Polegar pensou r\u00e1pido e, aproveitando o sono do inimigo, mandou os outros seis fugirem. Depois, aproximou-se do Gigante e, com muito cuidado para n\u00e3o acordar o guloso, descal\u00e7ou-lhe as botas m\u00e1gicas. Eram imensos, aqueles cal\u00e7ados do Gigante, mas por serem m\u00e1gicos logo se ajustaram aos p\u00e9s pequenininhos do novo dono. \u2014 Agora sim! \u2014 disse decidido.\u2014 Andarei pelo mundo at\u00e9 encontrar um modo de melhorar nossas vidas. Partiu, cal\u00e7ado com as botas que, a cada passo, percorriam sete l\u00e9guas. Andou muito, muito mesmo, mais que o pr\u00f3prio Gigante. Ap\u00f3s algumas horas, chegou a um reino distante, que estava em guerra. Logo soube que o rei dali recompensaria com uma fortuna a pessoa que lhe trouxesse qualquer informa\u00e7\u00e3o sobre as tropas e as batalhas. Esperto como era, Polegar foi para a regi\u00e3o do combate, auxiliado pelas botas velozes. Quando retornou, levou excelentes informa\u00e7\u00f5es para o rei que, muito satisfeito, pagou-lhe o combinado. E ainda lhe deu mais algumas centenas de moedas. No dia seguinte, Polegarzinho, cal\u00e7ou de novo as botas m\u00e1gicas e, em um piscar de olhos, alcan\u00e7ou a cabana dos pais, onde foi acolhido com enorme alegria por todos, inclusive pelos seus irm\u00e3os, que tinham conseguido voltar. Assim, gra\u00e7as ao pequeno e inteligente Polegar, todos viveram felizes desde aquele dia, com muita fartura.<\/span><\/p>\n<p>\n<span style=\"color: #3366ff;\"><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta ai mais um conto do grande escritor Charles Perrault! O PEQUENO POLEGAR Era uma vez um casal de lenhadores muito, muito pobres, com sete filhos pequenos. Um deles, o ca\u00e7ula, era magro e fraco, mas esperto e inteligente; era conhecido como Polegar, por ser muito pequeno ao nascer. Naquele ano dif\u00edcil, faltava tudo, praticamente n\u00e3o havia o que comer. Os dois lenhadores, desesperados com tanta mis\u00e9ria e tantas bocas para alimentar, encontraram uma triste solu\u00e7\u00e3o: iriam se livrar dos sete filhos esfomeados. Enquanto os filhos dormiam, pai e m\u00e3e planejaram como agiriam para abandonar as crian\u00e7as. \u2014 Vamos levar as crian\u00e7as para a floresta \u2014 disse o lenhador. \u2014 L\u00e1, enquanto juntam lenha, n\u00f3s as abandonaremos e fugiremos sem que percebam. Quando o pai pronunciou a \u00faltima palavra, seus olhos e os de sua esposa estavam cheios de l\u00e1grimas. \u2014 Coitadinhos dos meus filhos \u2014 disse a m\u00e3e, solu\u00e7ando. \u2014 Ficar\u00e3o sozinhos, sentindo frio, fome e medo das feras do mato\u2026 \u2014 Prefere, ent\u00e3o, que morram de fome aqui mesmo conosco, sob nossas vistas? \u2014 perguntou o pai, tamb\u00e9m chorando. N\u00e3o havia solu\u00e7\u00e3o. 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