{"id":219,"date":"2010-04-09T15:23:00","date_gmt":"2010-04-09T18:23:00","guid":{"rendered":"https:\/\/luanabeatriz.art\/blog\/a-boa-sorte-recomendacao-entrevista-de-alex-rovira-celma\/"},"modified":"2025-07-28T21:01:56","modified_gmt":"2025-07-29T00:01:56","slug":"a-boa-sorte-recomendacao-entrevista-de-alex-rovira-celma","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/luanabeatriz.art\/blog\/a-boa-sorte-recomendacao-entrevista-de-alex-rovira-celma\/","title":{"rendered":"A Boa Sorte :: Recomenda\u00e7\u00e3o + Entrevista de Alex Rovira Celma"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/b\/R29vZ2xl\/AVvXsEg4OAZz6ihP1szcAp06i99pS5bIkqaefXe7dUmR-ul_CSP4VLgLBLopP0v_vgqIKamEfn58KpLMMhM82QUS_QlJWCcNPikaXxIJnkDEJwVPPmUSxmXNLFKoH5DCrvvzxyPGg3mo-CqIlBw\/s1600\/A_BOA_SORTE_1242841221P.jpg\" style=\"clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/b\/R29vZ2xl\/AVvXsEg4OAZz6ihP1szcAp06i99pS5bIkqaefXe7dUmR-ul_CSP4VLgLBLopP0v_vgqIKamEfn58KpLMMhM82QUS_QlJWCcNPikaXxIJnkDEJwVPPmUSxmXNLFKoH5DCrvvzxyPGg3mo-CqIlBw\/s320\/A_BOA_SORTE_1242841221P.jpg\" \/><\/a>Realmente \u00e9 um livro fant\u00e1stico que eu recomendo a todos. Este livro relata uma f\u00e1bula que<span> desvenda os segredos                    da bem-aventuran\u00e7a. <\/span>Se voc\u00ea sempre acreditou que a sorte \u00e9 uma quest\u00e3o de acaso, este livro vai fazer voc\u00ea rever este conceito e trar\u00e1 uma grande transforma\u00e7\u00e3o em sua vida. Nesta f\u00e1bula de linguagem cativante e inspiradora, h\u00e1 uma li\u00e7\u00e3o simples mas profundamente significativa; a sorte nada tem a ver com um acontecimento fortuito &#8211; cabe a n\u00f3s criarmos as condi\u00e7\u00f5es para que ela aconte\u00e7a em nossa vida. Esta f\u00e1bula mostra como criar as condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis para que a boa sorte chegue a voc\u00ea mesmo nas circunst\u00e2ncias mais dif\u00edceis. Se voc\u00ea ainda n\u00e3o leu essa magn\u00edfica f\u00e1bula, n\u00e3o perca mais tempo, trata-se de um livro pequeno, uma leitura r\u00e1pida, de menos de 200 p\u00e1ginas. R\u00e1pida por\u00e9m fascinante. Eu me emocionei com a hist\u00f3ria. <br \/>\nPesquisando na internet eu achei uma entrevista com um dos escritores da Boa Sorte, encontrei no site <a href=\"http:\/\/bonsfluidos.abril.com.br\/\">Bons Flu\u00eddos<\/a> e resolvi postar a entrevista que o site teve com o Alex Rovira Celma. <span>Para o consultor e escritor espanhol \u00c1lex Rovira Celma,                    a sorte existe, mas difere da boa sorte. A sorte \u00e9 dependente                    do acaso, diz. J\u00e1 a boa sorte depende de nossa capacidade                    e vontade de criar as circunst\u00e2ncias para que ela apare\u00e7a                    em nossa vida. Veja abaixo a entrevista:<\/span><br \/>\n<span><\/span><br \/>\n<a name='more'><\/a><span><\/span><\/p>\n<blockquote><p><span><b>Bons Fluidos \u2013 Voc\u00ea diz que h\u00e1 dois                    tipos de sorte, a sorte do acaso e a de criar circunst\u00e2ncias.                    Como isso funciona?<\/b><br \/>\n\u00c1lex Rovira \u2013 N\u00e3o sei como \u00e9 no Brasil,                    mas na Espanha falamos de sorte e de boa sorte. A sorte depende                    essencialmente do acaso e n\u00e3o de voc\u00ea. Conversei                    com muitas pessoas que ganharam na loteria e, no m\u00e1ximo                    em sete anos, perderam tudo \u2013 o pr\u00eamio, seu pr\u00f3prio                    patrim\u00f4nio e os la\u00e7os afetivos. Penso que a sorte                    \u00e9 um estado de consci\u00eancia. A sorte pode ser m\u00e1                    sorte e ainda mais: \u00e9 ef\u00eamera, pois n\u00e3o                    depende de voc\u00ea. E a boa sorte \u00e9 a atitude mediante                    a qual voc\u00ea decide ser causa da cria\u00e7\u00e3o                    de circunst\u00e2ncias. Sem negar a exist\u00eancia do acaso.                    \u00c9 trabalhar para criar as circunst\u00e2ncias sem renunciar                    \u00e0 responsabilidade pelas mudan\u00e7as.<\/p>\n<p><b>BF \u2013 Mas voc\u00ea admite que h\u00e1 a sorte                    gerada pelo acaso?<\/b><br \/>\nAR \u2013 N\u00e3o posso negar. Outro dia, em um v\u00f4o,                    um raio atingiu o avi\u00e3o, entrou pelo bico e saiu pela                    cauda, provocando uma luz e um estrondo incr\u00edveis. Quando                    tudo passou, pensei: todo mundo ia rir se anunciassem que a                    confer\u00eancia sobre a boa sorte foi cancelada porque o palestrante                    morreu em um acidente de avi\u00e3o! Em outro v\u00f4o, o                    trem de aterrissagem se rompeu na hora do pouso. Sorte que havia                    um campo de barro em frente.<\/p>\n<p><b>BF \u2013 O azar tamb\u00e9m existe?<\/b><br \/>\nAR \u2013 Sim, mas h\u00e1 dois tipos de azar. O azar do                    raio que cai no avi\u00e3o ou da pedra na qual trope\u00e7o.                    Mas tamb\u00e9m h\u00e1 pessoas que procuram o azar. Por                    exemplo, outro dia uma pessoa me disse que havia gostado muito                    de meu livro, mas que tinha azar e deu alguns exemplos. Comprou                    de \u00faltima hora o traje para uma festa e, quando saiu                    vestindo a roupa, estava chovendo. Trabalhou todo ano para passar                    f\u00e9rias em uma praia do Pac\u00edfico e, uma vez l\u00e1,                    choveu durante duas semanas. Sua casa foi assaltada tr\u00eas                    vezes em um ano. \u201cSou uma pessoa de azar\u201d, disse                    ele. Respondi com v\u00e1rias perguntas: \u201cPor que n\u00e3o                    consulta a previs\u00e3o do tempo e v\u00ea se amanh\u00e3                    n\u00e3o vai chover? \u00c9 poss\u00edvel saber tamb\u00e9m                    pela internet o tempo l\u00e1 no Pac\u00edfico. Por que                    voc\u00ea n\u00e3o fez isso antes de viajar? Sua casa tem                    um sistema de alarme anti-roubo?\u201d Ele me disse que n\u00e3o.                    \u201cEnt\u00e3o, n\u00e3o precisamos dizer mais nada\u201d,                    conclu\u00ed. Pois o azar \u00e9 o que certamente vai ocorrer                    se voc\u00ea n\u00e3o fizer nada para evit\u00e1-lo. O                    que quero dizer com isso? Que h\u00e1 pessoas que se resignam.                    N\u00e3o digo que podemos mudar toda nossa vida, mas, pelo                    menos, podemos n\u00e3o nos resignar.<\/p>\n<p><b>BF \u2013 Voc\u00ea acredita que, no mundo de hoje,                    h\u00e1 mais cavaleiros negros, que se resignam e esperam                    a boa fortuna, ou cavaleiros brancos, que criam as circunst\u00e2ncias                    para que a sorte ocorra?<\/b><br \/>\nAR \u2013 Creio que dentro de cada um de n\u00f3s h\u00e1                    um cavaleiro branco e um negro. Se o mundo n\u00e3o est\u00e1                    pior, \u00e9 gra\u00e7as aos cavaleiros brancos&#8230;<\/p>\n<p><b>BF \u2013 O objetivo do livro \u00e9 despertar o                    cavaleiro branco dentro de cada um de n\u00f3s?<\/b><br \/>\nAR \u2013 O escritor franc\u00eas Honor\u00e9 de Balzac                    (1799-1850) dizia: \u201cA resigna\u00e7\u00e3o \u00e9                    um suic\u00eddio cotidiano\u201d. No livro, Merlin \u00e9                    uma met\u00e1fora da voz interior de cada um e pergunta: \u201cO                    que voc\u00ea est\u00e1 fazendo com a sua vida?\u201d, \u201cVoc\u00ea                    est\u00e1 desperdi\u00e7ando sua vida?\u201d Diante dessa                    voz que chama, poder\u00e1 aparecer o cavaleiro negro ou o                    cavaleiro branco. Repito: e todos temos os dois dentro de n\u00f3s.                    O cavaleiro branco \u00e9 a crian\u00e7a interior, e nele                    residem a ilus\u00e3o, o amor pela vida, a f\u00e9, a confian\u00e7a,                    o olhar inocente. Se essa crian\u00e7a interior morre, perde-se                    toda a esperan\u00e7a. O livro fala para essa crian\u00e7a                    interior, que por muito tempo ficou esquecida.<\/p>\n<p><b>BF \u2013 A primeira pessoa que ouviu a f\u00e1bula                    foi sua filha de 7 anos. O que ela achou?<\/b><br \/>\nAR \u2013 Que era a hist\u00f3ria mais bonita que eu j\u00e1                    havia contado. H\u00e1 uma frase que diz que as f\u00e1bulas                    s\u00e3o escritas para que as crian\u00e7as durmam tranq\u00fcilas                    e para que os adultos despertem inquietos.<\/p>\n<p><b>BF \u2013 O que aconteceu em sua vida pessoal para                    que voc\u00ea se voltasse para esse foco?<\/b><br \/>\nAR \u2013 H\u00e1 oito anos, um grande amigo morreu de enfarte.                    Isso coincidiu com a gravidez de minha mulher. Quando morre                    algu\u00e9m jovem, com filhos, uma mulher apaixonada, voc\u00ea                    n\u00e3o entende mais nada e necessita dar algum sentido \u00e0                    vida. Comecei a me perguntar muitas coisas, pois ia ser pai,                    e iniciei um processo de psicoterapia. Isso me levou a estudar                    psicologia. Outro fato relevanta foi este: no Natal de 1999,                    jantando com amigos, um deles comentou que havia sido promovido                    no trabalho, que tudo ia muito bem. Outro do grupo comentou:                    \u201cVoc\u00ea teve sorte\u201d, como se dissesse que ele                    n\u00e3o merecia aquilo. Achei essa frase um insulto! Naquela                    mesma semana, lendo uma biografia do cientista alem\u00e3o                    Albert Einstein (1789-1955), me deparei com a seguinte frase:                    \u201cA sorte \u00e9 uma fun\u00e7\u00e3o da qual desconhecemos                    os par\u00e2metros\u201d. O que chamamos de sorte \u00e9                    algo que podemos explicar se entendemos os motivos que a provocaram.                    N\u00e3o sou f\u00edsico, gosto de psicologia e, em meu                    trabalho de consultoria, me dedico a falar com muitas pessoas.                    Ocorreu-me perguntar a 800 delas, durante quatro anos, por que                    acreditavam que tinham sorte ou azar. Com base nesse material,                    ficou claro que a boa sorte depende de uma s\u00e9rie de vari\u00e1veis,                    que s\u00e3o as chaves expostas no livro.<\/p>\n<p><b>BF \u2013 Quais s\u00e3o?<\/b><br \/>\nAR \u2013 H\u00e1 dez chaves, mas, na realidade, s\u00e3o                    cinco os princ\u00edpios b\u00e1sicos, comuns \u00e0s                    pessoas que t\u00eam a boa sorte: <br \/>\n1. S\u00e3o respons\u00e1veis por sua pr\u00f3pria vida.                    Se algo n\u00e3o funciona, em vez de acusar algu\u00e9m,                    responsabilizam a si mesmas e se perguntam o que poderiam ter                    feito consciente e inconscientemente para provocar essas coisas                    em sua vida.<br \/>\n2. S\u00e3o pessoas que n\u00e3o v\u00eaem o erro como                    algo que se deve ocultar. Elas aprendem com ele e o transformam                    em algo positivo, sem sentir vergonha.<br \/>\n3. S\u00e3o muito perseverantes. Se caio, me levanto e sigo                    andando, e assim por muitas vezes. Dentre as pessoas com quem                    falei, 80% das que tiveram um projeto fracassado na primeira                    vez n\u00e3o voltaram a tentar de novo. Das que o fizeram,                    e novamente fracassaram, 98% n\u00e3o tentaram uma terceira                    vez. Somente 2% persistiram depois de tr\u00eas fracassos.                    S\u00f3 os capazes de se levantar quatro, cinco ou seis vezes                    ap\u00f3s quedas consecutivas podem fazer as coisas dar certo.                    Sempre conto uma hist\u00f3ria que li numa biografia de Thomas                    Edison (1847-1931), o cientista americano inventor da l\u00e2mpada.                    O descobridor n\u00e3o teria sido ele, mas um certo Joseph                    Swan, que ningu\u00e9m conhece, s\u00f3 fez quatro prot\u00f3tipos                    e depois abandonou a experi\u00eancia porque achava que n\u00e3o                    daria em nada. Edison realizou mil testes, e todas as l\u00e2mpadas                    estouraram. O chefe do laborat\u00f3rio e toda a equipe, ent\u00e3o,                    disseram a ele: \u201cSenhor Edison, n\u00e3o se sente derrotado                    depois de mil ensaios sem sucesso?\u201d Ele respondeu: \u201cN\u00e3o                    me sinto fracassado. Testamos mil maneiras diferentes de como                    n\u00e3o fazer uma l\u00e2mpada\u201d. Esse \u00e9 o esp\u00edrito.                    Foi no teste de n\u00famero 1043 que ele obteve sucesso. \u00c9                    emocionante!<br \/>\n4. Outro elemento importante \u00e9 a confian\u00e7a, a                    f\u00e9. Muita gente me diz ter tido sorte ao superar o c\u00e2ncer,                    a fal\u00eancia empresarial, o abandono de uma pessoa querida.                    O que \u00e0s vezes parece um rev\u00e9s da vida \u00e9                    a maior das fortunas. Depende muito da perspectiva. As pessoas                    que criam a sorte t\u00eam a capacidade de se distanciar: sorte                    ou azar, quem vai saber? Em vez de dizer \u201cpreciso ver                    para crer\u201d, dizem \u201cpreciso criar para ver\u201d.<br \/>\n5. E, sobretudo, o amor. Se voc\u00ea n\u00e3o gosta si mesmo,                    n\u00e3o h\u00e1 sorte.<br \/>\n<b><br \/>\nBF \u2013 Por que o amor \u00e9 a ess\u00eancia da sorte?                    <\/b> <br \/>\nAR \u2013 O amor \u00e9 uma postura diante da vida e uma                    maneira de ver o mundo. Se voc\u00ea n\u00e3o tem amor-pr\u00f3prio,                    n\u00e3o confiar\u00e1 em voc\u00ea mesmo e n\u00e3o                    poder\u00e1 confiar no outro. Quem se respeita tem energia,                    for\u00e7a e coragem e v\u00ea o erro como aprendizado. Assim                    tudo se move com base no amor. Acredito que as pessoas ganhem                    o que acreditam que merecem. Ou se ainda n\u00e3o chegaram                    l\u00e1 podem pedir um aumento. Se for negado, cabe a voc\u00ea                    ter a coragem e criar a chance de repetir o pedido. Isso tem                    muito a ver com a confian\u00e7a em si mesmo, que vem do compromisso                    \u2013 e tudo isso vem do amor.<\/p>\n<p><b>BF \u2013 Voc\u00ea acredita em destino?<\/b><br \/>\nAR \u2013 Acredito que cada ser humano \u00e9 capaz de superar                    seu destino. Evidentemente, h\u00e1 circunst\u00e2ncias dific\u00edlimas.                    Se algu\u00e9m da Nig\u00e9ria ou das favelas ler essa f\u00e1bula,                    o m\u00ednimo que pode provocar \u00e9 uma rea\u00e7\u00e3o                    de cinismo ou ironia. Mas o que acontece? Em nosso ambiente                    e nossas circunst\u00e2ncias, em que temos forma\u00e7\u00e3o                    e informa\u00e7\u00e3o, dizer que o destino est\u00e1                    escrito \u00e9 uma covardia. Nem o nosso nem o dos que vivem                    na mis\u00e9ria est\u00e3o escritos. <\/p>\n<p><b>BF \u2013 Voc\u00ea cr\u00ea em milagre?<\/b><br \/>\nAR \u2013 Sim. O milagre \u00e9 o nome que damos \u00e0                    manifesta\u00e7\u00e3o de um desejo profundo, que parece                    imposs\u00edvel at\u00e9 que se torne realidade. As pessoas                    que realizaram grandes coisas para a humanidade o fizeram porque                    n\u00e3o pensavam que era imposs\u00edvel. Onde est\u00e1                    o milagre? Est\u00e1 no amor, na confian\u00e7a. Tudo o                    que nos rodeia foi antes imaginado por algu\u00e9m. O seu                    gravador, o papel, a colher, tudo. Mesmo voc\u00ea e eu fomos                    imaginados no cora\u00e7\u00e3o de nossos pais. Portanto,                    a f\u00f3rmula mais poderosa \u00e9: imagina\u00e7\u00e3o                    + desejo = realidade. Sem desejo de mudan\u00e7a, n\u00e3o                    h\u00e1 realidade. Sem imagina\u00e7\u00e3o, n\u00e3o                    h\u00e1 realidade. A realidade \u00e9 a soma dos dois. Em                    n\u00edvel macro, a realidade \u00e9 a imagina\u00e7\u00e3o                    pelo desejo de Deus. Em n\u00edvel micro, nossa realidade                    \u00e9 resultado de nossa imagina\u00e7\u00e3o e de nosso                    desejo. Se renunciarmos a qualquer componente da equa\u00e7\u00e3o,                    n\u00e3o haver\u00e1 mudan\u00e7a.<br \/>\n<b><br \/>\nBF \u2013 Tem mais sorte quem se arrisca mais?<\/b><br \/>\nAR \u2013 A vida ou \u00e9 uma aventura ou n\u00e3o \u00e9                    nada. A psiquiatra su\u00ed\u00e7a Elisabeth K\u00fcbler                    Ross, maior especialista mundial em doentes terminais, em seu                    apaixonante livro A Roda da Vida (ed. Sextante), perguntou aos                    pacientes: \u201cSe voc\u00ea pudesse recome\u00e7ar sua                    vida, o que faria?\u201d A maioria das respostas foi: \u201cMe                    arriscaria mais\u201d. O risco \u00e9, na verdade, nossa                    temida felicidade. Muitas vezes pensamos que arriscar significa                    atravessar um muro de pedra de 2 m e, quando nos aproximamos,                    nos damos conta de que era apenas uma parede de papel. Ent\u00e3o,                    rimos do p\u00e2nico que tivemos. \u00c9 bom lembrar: muitos                    dos medos que nos acompanham s\u00e3o herdados, impostos ou                    nascem da falta de contato com a realidade.<\/p>\n<p><b>BF \u2013 Como voc\u00ea explica que sua f\u00e1bula                    esteja fazendo sucesso?<\/b><br \/>\nAR \u2013 O tema, no fundo, \u00e9 o amor \u00e0 vida.                    S\u00f3 h\u00e1 um amor: o amor \u00e0 vida. As outras                    formas s\u00e3o deriva\u00e7\u00f5es desse sentimento                    que colocamos em nossos amigos, parceiros, filhos, pais, trabalho.                    E afortunado, afinal, n\u00e3o \u00e9 conseguir carr\u00f5es                    e posses, mas, ao fim da vida, poder dizer aos outros que viveu                    o que quis viver. Eu quero continuar falando desses temas por                    meio de hist\u00f3rias muito simples.<\/span><\/p><\/blockquote>\n<p>\nAgradecimento ao site Bons Flu\u00eddos por essa entrevista \ud83d\ude09<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Realmente \u00e9 um livro fant\u00e1stico que eu recomendo a todos. Este livro relata uma f\u00e1bula que desvenda os segredos da bem-aventuran\u00e7a. Se voc\u00ea sempre acreditou que a sorte \u00e9 uma quest\u00e3o de acaso, este livro vai fazer voc\u00ea rever este conceito e trar\u00e1 uma grande transforma\u00e7\u00e3o em sua vida. Nesta f\u00e1bula de linguagem cativante e inspiradora, h\u00e1 uma li\u00e7\u00e3o simples mas profundamente significativa; a sorte nada tem a ver com um acontecimento fortuito &#8211; cabe a n\u00f3s criarmos as condi\u00e7\u00f5es para que ela aconte\u00e7a em nossa vida. Esta f\u00e1bula mostra como criar as condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis para que a boa sorte chegue a voc\u00ea mesmo nas circunst\u00e2ncias mais dif\u00edceis. Se voc\u00ea ainda n\u00e3o leu essa magn\u00edfica f\u00e1bula, n\u00e3o perca mais tempo, trata-se de um livro pequeno, uma leitura r\u00e1pida, de menos de 200 p\u00e1ginas. R\u00e1pida por\u00e9m fascinante. Eu me emocionei com a hist\u00f3ria. Pesquisando na internet eu achei uma entrevista com um dos escritores da Boa Sorte, encontrei no site Bons Flu\u00eddos e resolvi postar a entrevista que o site teve com o Alex Rovira Celma. Para o consultor e escritor espanhol \u00c1lex Rovira Celma, a sorte existe, mas difere da boa sorte. A sorte \u00e9 dependente do acaso, diz. J\u00e1 a boa sorte depende de nossa capacidade e vontade de criar as circunst\u00e2ncias para que ela apare\u00e7a em nossa vida&#8230;.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":807,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":"","ocean_post_oembed":"","ocean_post_self_hosted_media":"","ocean_post_video_embed":"","ocean_link_format":"","ocean_link_format_target":"self","ocean_quote_format":"","ocean_quote_format_link":"post","ocean_gallery_link_images":"on","ocean_gallery_id":[],"footnotes":""},"categories":[35,45,36],"tags":[31,33],"class_list":["post-219","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-curiosidades","category-livros","category-novidades","tag-novidades-curiosidades","tag-utilitarios","entry","has-media"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/luanabeatriz.art\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/219","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/luanabeatriz.art\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/luanabeatriz.art\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/luanabeatriz.art\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/luanabeatriz.art\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=219"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/luanabeatriz.art\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/219\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":806,"href":"https:\/\/luanabeatriz.art\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/219\/revisions\/806"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/luanabeatriz.art\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/807"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/luanabeatriz.art\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=219"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/luanabeatriz.art\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=219"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/luanabeatriz.art\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=219"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}