{"id":150,"date":"2011-10-06T09:59:00","date_gmt":"2011-10-06T12:59:00","guid":{"rendered":"https:\/\/luanabeatriz.art\/blog\/o-melhor-do-livro-enquanto-ele-dormia\/"},"modified":"2025-07-28T17:48:57","modified_gmt":"2025-07-28T20:48:57","slug":"o-melhor-do-livro-enquanto-ele-dormia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/luanabeatriz.art\/blog\/o-melhor-do-livro-enquanto-ele-dormia\/","title":{"rendered":"O melhor do livro &#8220;Enquanto ele dormia&#8221;"},"content":{"rendered":"<div style=\"clear: both; text-align: center;\">\n<a href=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/b\/R29vZ2xl\/AVvXsEhMLScsLWOwVyiy0Sul-Ja4Dk8lhANfvB4bKG7_uu2yMRm0130oK90Pj5vj8ZOY19YssspH4LGyMfJ4Xck-x30zk58v2OWUwee9ZZhdHjI8ObByuK0znTPZ6P5gvKljFbS482aap-naqNI\/s1600\/couple-silhouette-ci.jpg\" style=\"clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" height=\"200\" src=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/b\/R29vZ2xl\/AVvXsEhMLScsLWOwVyiy0Sul-Ja4Dk8lhANfvB4bKG7_uu2yMRm0130oK90Pj5vj8ZOY19YssspH4LGyMfJ4Xck-x30zk58v2OWUwee9ZZhdHjI8ObByuK0znTPZ6P5gvKljFbS482aap-naqNI\/s200\/couple-silhouette-ci.jpg\" width=\"132\" \/><\/a><\/div>\n<p>J\u00e1 estava no p\u00f3rtico quando a porta se abriu, empurrada pelo vento. Daisy n\u00e3o a trancara? Entrou, travou a porta, e no mesmo instante um cansa\u00e7o violento o acometeu. A sala parecia vazia, iluminada apenas pelas chamas quase apagadas da lareira. Com certeza Daisy j\u00e1 fora dormir. Atrav\u00e9s de uma porta viu a cozinha; atrav\u00e9s de outra, uma cama.<br \/>\nTirou as botas, tentou acender o abajur sobre o consolo, mas o mesmo n\u00e3o funcionou. A queda de energia explicava a tempe\u00acratura fria da sala, ele concluiu. Colocou mais lenha na lareira. Quando as chamas come\u00e7aram a devorar as achas, ele virou-se.Foi quando a viu. Daisy Hanover dormia profundamente no sof\u00e1, enrolada num cobertor, e com o aspecto inocente de um anjo. Seus cabelos curtos espalhavam-se pela almofada, contornando-lhe o rosto como uma aur\u00e9ola dourada. Logan, automaticamente, foi para perto dela. Ia tocar-lhe os cabelos, mas afastou a m\u00e3o.<br \/>\nSe a tocasse, n\u00e3o pararia por a\u00ed.O conhecimento do fato o assustou.Examinou com cuidado o rosto de Daisy. Iludira-se uma vez, lembrou-se. As apar\u00eancias enganavam. N\u00e3o aprendera a li\u00e7\u00e3o com Lucy Farnsworth?E n\u00e3o fora ele l\u00e1 apenas para descobrir o que aquela mulher sabia sobre a morte de Eddie Maplethorpe?Mesmo assim, relutava em acord\u00e1-la. <br \/>\n<a name='more'><\/a>Estava exausto tam\u00acb\u00e9m. Seria melhor esperar at\u00e9 o dia seguinte.Pensou em carreg\u00e1-la \u00e0 cama e ocupar o lugar dela no sof\u00e1. Mas Daisy ficaria mais quente perto do fogo.E achou que seria melhor n\u00e3o toc\u00e1-la. Foi quando ouviu a m\u00fasica de novo. O mesmo som, que agora parecia vindo do quarto. Por\u00e9m, \u00e0 medida que se aproximava, n\u00e3o ficava mais alto. Estaria imaginando coisas?N\u00e3o. Ele sacudiu a cabe\u00e7a. Era um truque do vento, n\u00e3o de sua mente. Estava cansado. O trajeto no jipe e a caminhada pela mata apenas aumentara sua exaust\u00e3o. E agora necessitava dormir.Entrou no quarto e logo viu a cama. Despiu-se, colocou o rev\u00f3lver na mesa-de-cabeceira, e entrou embaixo das cobertas.De manh\u00e3 conversaria com Daisy Hanover. Teria suas respos\u00actas e voltaria para casa.Daisy acordou devagar, como se gradualmente flutuasse \u00e0 superf\u00edcie vindo de \u00e1guas profundas. Ouvia a m\u00fasica. A m\u00fasica que as sereias cantavam para atrair os marinheiros. Abriu os olhos brevemente, fechou-os de novo. Ainda estava escuro. De\u00acsejou mergulhar no sono de novo, mais uma vez ficar sob as \u00e1guas. Sonhar de novo.Seu sonho parecera t\u00e3o real! Estivera bem apertada nos bra\u00e7os dele. O corpo do homem era mais firme e mais inflex\u00edvel do que imaginara. Ficaram t\u00e3o juntos um do outro, t\u00e3o juntos, que ela podia sentir o calor do h\u00e1lito dele contra seus l\u00e1bios. Provara-os. Sentira a press\u00e3o do polegar sob seu queixo, levantando-o. Mesmo quando a beijara, soube que n\u00e3o estava sendo beijada e que era ela quem beijava Phillip. Mas, estranho, os olhos de Phillip n\u00e3o eram azuis.Lan\u00e7ando m\u00e3o de toda sua for\u00e7a de vontade, Daisy conservou os olhos abertos mais uma vez. Agora n\u00e3o os fechara. E reco\u00acnheceu que aqueles olhos azuis eram os do homem do elevador.<br \/>\nRespirou devagar para se acalmar. Fora somente um sonho. N\u00e3o havia raz\u00e3o para p\u00e2nico.Afastando o pensamento que a agitara, concentrou-se em detalhes: o ar frio, a suavidade das almofadas do sof\u00e1 sob a cabe\u00e7a, o cobertor contra sua pele. E a m\u00fasica. Estava bem fraca agora. Precisava descobrir de onde vinha. Mas precisava antes de tudo pensar na artimanha que tia Angela lhe ensinara para afastar pesadelos.<br \/>\nExceto que agora n\u00e3o era um pesadelo. N\u00e3o era! O homem do elevador entrara em seus pensamentos v\u00e1rias vezes durante o dia. Seria bem natural que lhe aparecesse em sonhos. Con\u00actudo, n\u00e3o poria nenhuma interpreta\u00e7\u00e3o freudiana nisso. A ver\u00acdade era que nem mesmo pensaria em seu imagin\u00e1rio James Bond se tivesse conseguido persuadir Phillip a ir com ela.Fora, o vento soprava forte fustigando as paredes da cabana e sacudindo as vidra\u00e7as. O aroma da madeira queimada au\u00acmentou de repente. O fogo sumira mas&#8230; Daisy tornou a olhar para o abajur sobre a mesa. Poderia jurar que o deixara aceso; por\u00e9m, estava apagado. Apertou o bot\u00e3o para acend\u00ea-lo. Nada.Primeiro a nevasca, agora a falta de energia el\u00e9trica. E ela que fora a Catskills \u00e0 busca de romance!N\u00e3o, Daisy pensou com s\u00fabita clareza. Ela fora a Catskills atr\u00e1s do verdadeiro amor.E, se havia alguma chance de que a cama do outro quarto tivesse poderes m\u00e1gicos, era melhor que fosse para l\u00e1.Levantou-se do sof\u00e1 e dirigiu-se ao quarto. Tateando com as m\u00e3os, pois a escurid\u00e3o era completa, encontrou os p\u00e9s da cama e a banqueta. Bocejou quando subiu e entrou embaixo das cobertas.A cama estava quente, como se algu\u00e9m a tivesse deixado assim para ela. Daisy bocejou uma segunda vez quando se agarrou aos travesseiros. Talvez ela fosse uma boa menina e sonhasse com Phillip.Ou talvez ela fosse uma boa menina e sonhasse com Ja\u00acmes Bond.Logan foi apanhado num sonho entre o sono e a vig\u00edlia. Mal ouvia a m\u00fasica agora, que flutuava em volta dele como um sussurro suave. Sentia o calor dela e o perfume o seduzia. Desde o primeiro instante no elevador, n\u00e3o conseguira bani-lo de sua mente. E agora o envolvera a ponto de ele n\u00e3o poder mais respirar sem aspir\u00e1-lo.Quando a tocou, achou a coisa mais natural do mundo traz\u00ea-la para perto de si. Quando Daisy suspirou, o desejo per\u00accorreu seu corpo como um rio quente.Deslizou ponta dos dedos pela linha do pesco\u00e7o dela, algo que desejara fazer do minuto em que a tocara na cama. Fi\u00acnalmente podia agora explorar a curva do seio, a delicadeza da cintura e toda a extens\u00e3o da coxa. Bem devagar repetiu a viagem explorat\u00f3ria, saboreando o contraste entre a seda fria da camisola e o calor da pele.Quis aproximar-se mais, por\u00e9m preferiu n\u00e3o se apressar. N\u00e3o poderia, de qualquer maneira. Sentia o bra\u00e7o pesado, pa\u00acralisado quase, como em geral acontecia em sonhos. A pele de Daisy era ainda mais suave do que imaginara.Nunca fora um amante paciente. Mas com ela, era melhor que o fosse, pois percebia que apenas o som de um suspiro acenderia uma chama em seu sangue. O simples palpitar da veia do pesco\u00e7o sob seu polegar o fazia queimar de desejo.Quando n\u00e3o p\u00f4de mais resistir, n\u00e3o mais controlar sua fome, ergueu-lhe o queixo e encostou os l\u00e1bios nos dela provocando-a. Mesmo quando o c\u00e9rebro exigiu que se apressasse, resolveu esperar, contornando os l\u00e1bios de Daisy com sua l\u00edngua para que nunca se esquecesse da forma deles. Eram t\u00e3o suaves, t\u00e3o \u00famidos! Quando se abriram, Logan finalmente pressionou a boca contra a dela.Voltava ao sonho, Daisy pensou ao aceitar o beijo. Podia ouvir de novo a m\u00fasica que ouvira antes. Mas&#8230; o corpo junto ao dela parecia t\u00e3o real! Quisera tanto beij\u00e1-lo assim, ardera em desejo de pressionar-lhe os l\u00e1bios contra os seus&#8230; Tentara antes ima\u00acginar como seria. Mas n\u00e3o chegara nem perto da realidade!A boca do homem era suave, muito mais do que sonhara. E o sabor a intoxicava, como algo forte e proibido. Mergulhou a l\u00edngua \u00e0 procura de mais, e um prazer liquefeito penetrou-a. Nunca antes sonhara com algo assim. O corpo pressionado ao seu era t\u00e3o firme, o desejo t\u00e3o forte! N\u00e3o queria abrir os olhos para verificar se sonhava ou n\u00e3o. N\u00e3o queria que o homem de seu sonho desaparecesse.O que queria de fato era que ele continuasse beijando-a naquele ritmo vagaroso, como se tivesse todo o tempo do mundo e pretendesse us\u00e1-lo bem. Havia muito desejo naquele carinho. Daisy podia senti-lo na ponta dos dentes que pressionavam seu l\u00e1bio inferior, na press\u00e3o dos dedos firmes em sua nuca. E a pr\u00f3pria fome aumentou como para acompanh\u00e1-lo.Agarrando-se aos cabelos do homem de seu sonho posicio\u00acnou-se em cima dele, como se houvesse sido convidada. Mais uma vez ele a tocou por inteiro. Firmes, suas m\u00e3os moviam-se vagarosamente, parecendo querer memorizar cada cent\u00edmetro de seu corpo, os seios duros, a curva dos quadris, a suavidade da parte interna da coxa. Quando os dedos chegaram l\u00e1, massageando-a, Daisy sentiu-se estremecer.Arqueando o corpo, convidou-o a acarici\u00e1-la mais. Desejava que ele conhecesse bem cada parte por onde seus dedos passavam, que se lembrasse dela, que a quisesse sempre. Como poderia ter adivinhado que as m\u00e3os de um homem pudessem proporcionar tanto prazer?! Quando ele penetrou-a com o dedo, seu prazer chegou ao auge. Foi como se tivesse explodido em mil part\u00edculas.Logan segurou-a bem junto a si, absorvendo cada tremor, cada batida acelerada de seu cora\u00e7\u00e3o. Esperou que os bati\u00acmentos voltassem ao normal e a respira\u00e7\u00e3o se estabilizasse. Depois sussurrou-lhe ao ouvido:<br \/>\n\u2014 Toque-me.<br \/>\nDaisy n\u00e3o tinha certeza se fora ele quem dissera aquelas pa\u00aclavras, mas ouvira-as, como ouvia a m\u00fasica que suas veias can\u00actavam enquanto o acariciava. Queria memorizar-lhe o corpo, como as m\u00e3os dele memorizavam o seu. Passou a m\u00e3o pelo rosto do homem, bem devagar. O reconheceria agora onde quer que fosse.E a boca&#8230; Precisava prov\u00e1-la de novo. Com a l\u00edngua con\u00actornou-lhe os l\u00e1bios, absorvendo todo o prazer poss\u00edvel. Em seguida escorregou as m\u00e3os por todo o corpo dele, pressionando-o, possuindo-o.<br \/>\nLogan a desejava loucamente. Daisy podia sentir isso no modo como os m\u00fasculos firmes enfeixavam-se em suas palmas, no modo como a respira\u00e7\u00e3o ofegava. Um sonho n\u00e3o poderia ser assim t\u00e3o real. Poderia? Mas&#8230; a realidade jamais lhe trou\u00acxera tanto prazer! Ela estava segura, contudo, de que se lem\u00acbraria daquela experi\u00eancia para sempre.Lembrar-se-ia de cada sensa\u00e7\u00e3o separadamente. Do modo como o corpo m\u00e1sculo tremia sob o seu. Das batidas aceleradas do cora\u00e7\u00e3o quando a beijava. Da press\u00e3o das m\u00e3os firmes quan\u00acdo agarravam suas n\u00e1degas para p\u00f4-las embaixo dele&#8230;Por um segundo apenas abriu os olhos, e viu-se presa na profundeza de surpreendentes olhos azuis. Sabia ser aquele o homem que sempre desejara.Quando o homem a penetrou, foi ainda como se sonhasse. Mas agora a m\u00fasica seguia um ritmo mais r\u00e1pido. Os gemidos dele misturavam-se aos seus. Boca contra boca, corpo contra corpo, os dois moviam-se como se fossem um s\u00f3. Ele tinha consci\u00eancia apenas de uma \u00fanica suavidade, de uma \u00fanica energia. A dela. E sabia que estavam chegando ao fim da jornada. Por um momento lutou contra o tempo, tentando segu\u00acr\u00e1-lo, desejando que o prazer se prolongasse. E naquele mo-mento sua mente ainda lutou, tentando separar o sonho da realidade. Mas era tarde demais.Daisy abra\u00e7ou-o convulsivamente, estremeceu de prazer. E Logan, enterrando os dedos nas coxas sedosas, penetrou-a com for\u00e7a. E o gemido dele foi quase inumano&#8230;<\/p>\n<p>\n<a href=\"http:\/\/mundodaluha.blogspot.com\/2011\/04\/enquanto-ele-dormia-carolyn-andrews.html\">Baixe o livro completo e leia clicando aqui.<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>J\u00e1 estava no p\u00f3rtico quando a porta se abriu, empurrada pelo vento. Daisy n\u00e3o a trancara? Entrou, travou a porta, e no mesmo instante um cansa\u00e7o violento o acometeu. A sala parecia vazia, iluminada apenas pelas chamas quase apagadas da lareira. Com certeza Daisy j\u00e1 fora dormir. Atrav\u00e9s de uma porta viu a cozinha; atrav\u00e9s de outra, uma cama. Tirou as botas, tentou acender o abajur sobre o consolo, mas o mesmo n\u00e3o funcionou. A queda de energia explicava a tempe\u00acratura fria da sala, ele concluiu. Colocou mais lenha na lareira. Quando as chamas come\u00e7aram a devorar as achas, ele virou-se.Foi quando a viu. Daisy Hanover dormia profundamente no sof\u00e1, enrolada num cobertor, e com o aspecto inocente de um anjo. Seus cabelos curtos espalhavam-se pela almofada, contornando-lhe o rosto como uma aur\u00e9ola dourada. Logan, automaticamente, foi para perto dela. Ia tocar-lhe os cabelos, mas afastou a m\u00e3o. Se a tocasse, n\u00e3o pararia por a\u00ed.O conhecimento do fato o assustou.Examinou com cuidado o rosto de Daisy. Iludira-se uma vez, lembrou-se. As apar\u00eancias enganavam. N\u00e3o aprendera a li\u00e7\u00e3o com Lucy Farnsworth?E n\u00e3o fora ele l\u00e1 apenas para descobrir o que aquela mulher sabia sobre a morte de Eddie Maplethorpe?Mesmo assim, relutava em acord\u00e1-la. Estava exausto tam\u00acb\u00e9m. 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