{"id":140,"date":"2012-03-07T09:29:00","date_gmt":"2012-03-07T12:29:00","guid":{"rendered":"https:\/\/luanabeatriz.art\/blog\/a-princesa-e-a-ervilha-andersen\/"},"modified":"2025-07-28T17:41:39","modified_gmt":"2025-07-28T20:41:39","slug":"a-princesa-e-a-ervilha-andersen","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/luanabeatriz.art\/blog\/a-princesa-e-a-ervilha-andersen\/","title":{"rendered":"A princesa e a ervilha (Andersen)"},"content":{"rendered":"<div style=\"clear: both; text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/b\/R29vZ2xl\/AVvXsEiJC-NPqeueDcuZEemS6IQ92Rh3eEihTdeMmDUJcH_V4OcBtmLSkaT9Ce2iXYd_KNyqU7S23rjd896b978qO31YrbujXmHDoGKEh_dECXnKfJQX9e0sTuiec_IDVPh1NiV25IV7YzktmGI\/s1600\/princess_pea.jpg\" style=\"clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" height=\"200\" src=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/b\/R29vZ2xl\/AVvXsEiJC-NPqeueDcuZEemS6IQ92Rh3eEihTdeMmDUJcH_V4OcBtmLSkaT9Ce2iXYd_KNyqU7S23rjd896b978qO31YrbujXmHDoGKEh_dECXnKfJQX9e0sTuiec_IDVPh1NiV25IV7YzktmGI\/s200\/princess_pea.jpg\" width=\"157\" \/><\/a><\/div>\n<p>Era uma vez um pr\u00edncipe que queria se casar com uma princesa, mas uma princesa de verdade, de sangue real mesmo. Viajou pelo mundo inteiro, \u00e0 procura da princesa dos seus sonhos, mas todas as que encontrava tinham algum defeito. N\u00e3o \u00e9 que faltassem princesas, n\u00e3o: havia de sobra, mas a dificuldade era saber se realmente eram de sangue real. E o pr\u00edncipe retornou ao seu castelo, muito triste e desiludido, pois queria muito casar com uma princesa de verdade. Uma noite desabou uma tempestade medonha. Chovia desabaladamente, com trovoadas, raios, rel\u00e2mpagos. Um espet\u00e1culo tremendo! De repente bateram \u00e0 porta do castelo, e o rei em pessoa foi atender, pois os criados estavam ocupados enxugando as salas cujas janelas foram abertas pela tempestade. Era uma mo\u00e7a, que dizia ser uma princesa. Mas estava encharcada de tal maneira, os cabelos escorrendo, as roupas grudadas ao corpo, os sapatos quase desmanchando&#8230; que era dif\u00edcil acreditar que fosse realmente uma princesa real. A mo\u00e7a tanto afirmou que era uma princesa que a rainha pensou numa forma de provar se o que ela dizia era verdade.<br \/>\n<a name='more'><\/a>Ordenou que sua criada de confian\u00e7a empilhasse vinte colch\u00f5es no quarto de h\u00f3spedes e colocou sob eles uma ervilha. Aquela seria a cama da \u201cprincesa\u201d. A mo\u00e7a estranhou a altura da cama, mas conseguiu, com a ajuda de uma escada, se deitar. No dia seguinte, a rainha perguntou como ela havia dormido.<br \/>\n\u2014 Oh! N\u00e3o consegui dormir \u2014 respondeu a mo\u00e7a \u2014 havia algo duro na minha cama, e me deixou at\u00e9 manchas roxas no corpo!<br \/>\nO rei, a rainha e o pr\u00edncipe se olharam com surpresa. A mo\u00e7a era realmente uma princesa! S\u00f3 mesmo uma princesa verdadeira teria pele t\u00e3o sens\u00edvel para sentir um gr\u00e3o de ervilha sob vinte colch\u00f5es!!! O pr\u00edncipe casou com a princesa, feliz da vida, e a ervilha foi enviada para um museu, e ainda deve estar por l\u00e1&#8230; Acredite se quiser, mas esta hist\u00f3ria realmente aconteceu!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Era uma vez um pr\u00edncipe que queria se casar com uma princesa, mas uma princesa de verdade, de sangue real mesmo. Viajou pelo mundo inteiro, \u00e0 procura da princesa dos seus sonhos, mas todas as que encontrava tinham algum defeito. N\u00e3o \u00e9 que faltassem princesas, n\u00e3o: havia de sobra, mas a dificuldade era saber se realmente eram de sangue real. E o pr\u00edncipe retornou ao seu castelo, muito triste e desiludido, pois queria muito casar com uma princesa de verdade. Uma noite desabou uma tempestade medonha. Chovia desabaladamente, com trovoadas, raios, rel\u00e2mpagos. Um espet\u00e1culo tremendo! De repente bateram \u00e0 porta do castelo, e o rei em pessoa foi atender, pois os criados estavam ocupados enxugando as salas cujas janelas foram abertas pela tempestade. Era uma mo\u00e7a, que dizia ser uma princesa. Mas estava encharcada de tal maneira, os cabelos escorrendo, as roupas grudadas ao corpo, os sapatos quase desmanchando&#8230; que era dif\u00edcil acreditar que fosse realmente uma princesa real. A mo\u00e7a tanto afirmou que era uma princesa que a rainha pensou numa forma de provar se o que ela dizia era verdade. Ordenou que sua criada de confian\u00e7a empilhasse vinte colch\u00f5es no quarto de h\u00f3spedes e colocou sob eles uma ervilha. Aquela seria a cama da \u201cprincesa\u201d. 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