{"id":100,"date":"2014-09-09T18:32:00","date_gmt":"2014-09-09T21:32:00","guid":{"rendered":"https:\/\/luanabeatriz.art\/blog\/chapeuzinho-vermelho-capuchinho-vermelho-grimms\/"},"modified":"2025-07-27T19:26:44","modified_gmt":"2025-07-27T22:26:44","slug":"chapeuzinho-vermelho-capuchinho-vermelho-grimms","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/luanabeatriz.art\/blog\/chapeuzinho-vermelho-capuchinho-vermelho-grimms\/","title":{"rendered":"Chapeuzinho Vermelho &#8211; Capuchinho Vermelho &#8211; Grimms"},"content":{"rendered":"<div style=\"clear: both; text-align: center;\">\n<a href=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/b\/R29vZ2xl\/AVvXsEhaAi9ioA8DcOV69YTca8xW93jNBTDZQxVumMUwqHBgqMfiOOmMGuASpocheNAlc8DN5XHtEPhq6ZeV5_Kp3d-b8vb8kGWhV5oMnEzHAna1aQtulViPvtuo9EhSwzuIAb4-gdbz6XKnZIQ\/s1600\/Chapeuzinho-Vermelho-Jessie-Willcox-Smith.jpeg\" style=\"clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/b\/R29vZ2xl\/AVvXsEhaAi9ioA8DcOV69YTca8xW93jNBTDZQxVumMUwqHBgqMfiOOmMGuASpocheNAlc8DN5XHtEPhq6ZeV5_Kp3d-b8vb8kGWhV5oMnEzHAna1aQtulViPvtuo9EhSwzuIAb4-gdbz6XKnZIQ\/s1600\/Chapeuzinho-Vermelho-Jessie-Willcox-Smith.jpeg\" height=\"320\" width=\"224\" \/><\/a><\/div>\n<p>Era uma vez uma doce pequena que tinha o amor de todos os que a viam; mas era a av\u00f3 quem mais a amava, a ponto de n\u00e3o saber o que mais dar \u00e0 crian\u00e7a. Uma vez deu-lhe um capucho de veludo vermelho e, como este lhe ficava t\u00e3o bem que ela nunca mais quis usar outra coisa, chamaram-lhe simplesmente Capuchinho Vermelho. Um dia disse-lhe a m\u00e3e: &#8220;Vem c\u00e1, Capuchinho Vermelho, aqui tens um peda\u00e7o de bolo e uma garrafa de vinho para levares \u00e0 tua av\u00f3. Ela est\u00e1 doente e fraca e isto h\u00e1-de fortalec\u00ea-la. P\u00f5e-te ao caminho antes que se ponha quente e, quando estiveres no bosque, vai direta e n\u00e3o te desvies do carreiro, sen\u00e3o ainda cais e partes o vidro e a tua av\u00f3 n\u00e3o recebe nada. E quando entrares no quarto dela, n\u00e3o te esque\u00e7as de dizer bom dia e n\u00e3o te v\u00e1s p\u00f4r a espreitar em todos os cantos.&#8221;<\/p>\n<p>&#8220;Vou fazer tudo bem,&#8221; prometeu Capuchinho Vermelho dando a sua m\u00e3o. A av\u00f3 vivia isolada no bosque, a meia l\u00e9gua da aldeia. Quando Capuchinho Vermelho chegou ao bosque, um lobo veio ao seu encontro. Capuchinho Vermelho n\u00e3o sabia que se tratava dum animal malvado e n\u00e3o teve medo nenhum. &#8220;Bom dia, Capuchinho Vermelho,&#8221; disse ele. &#8220;Muito obrigado, lobo.&#8221; &#8211; &#8220;Aonde vais t\u00e3o cedo, Capuchinho Vermelho?&#8221; &#8211; &#8220;\u00c0 minha av\u00f3.&#8221; &#8211; &#8220;O que levas debaixo do avental?&#8221; &#8211; &#8220;Bolo e vinho: ontem cozemos, portanto a pobre av\u00f3 doente vai poder receber algo bom que a fortale\u00e7a.&#8221; &#8211; &#8220;Capuchinho Vermelho, onde vive a tua av\u00f3?&#8221; &#8211;<br \/>\n<a name='more'><\/a>&#8220;Ainda a um bom quarto de l\u00e9gua dentro do bosque, debaixo dos tr\u00eas carvalhos, a\u00ed fica a casa dela; logo abaixo ficam as avelaneiras, assim j\u00e1 saber\u00e1s,&#8221; disse Capuchinho Vermelho. O lobo pensou para si mesmo: &#8220;Que coisa tenra, dar\u00e1 um pit\u00e9u suculento. Vai saber ainda melhor que a velha. Tens que agir ardilosamente se queres apanh\u00e1-las ambas.&#8221; Ent\u00e3o andou um pouco ao lado de Capuchinho Vermelho e depois falou: &#8220;Capuchinho Vermelho, v\u00eas as lindas flores por aqui \u00e0 tua volta? Porque n\u00e3o olhas para elas? Acho que ainda nem reparaste como os passarinhos est\u00e3o a cantar amorosamente. Andas t\u00e3o s\u00e9ria, como se fosses para a escola, enquanto que tudo no bosque est\u00e1 t\u00e3o alegre.&#8221;<\/p>\n<p>Capuchinho Vermelho levantou os olhos e quando viu como os raios de sol dan\u00e7avam entre as \u00e1rvores, para a frente e para tr\u00e1s, e como havia lindas flores por todo o lado, pensou: &#8220;Se eu levar \u00e0 av\u00f3 um ramo fresco, hei-de dar-lhe alegria. Ainda \u00e9 t\u00e3o cedo que chegarei bem a tempo.&#8221; Ent\u00e3o ela saiu do carreiro e entrou no bosque \u00e0 procura de flores. E cada vez que tinha apanhado uma, pensava que mais longe haveria outra ainda mais bonita e corria a apanh\u00e1-la, de tal forma que entrou cada vez mais fundo no bosque. Mas o lobo foi direto para casa da av\u00f3 e bateu \u00e0 porta. &#8220;Quem est\u00e1 a\u00ed?&#8221; &#8211; &#8220;\u00c9 Capuchinho Vermelho, trazendo bolo e vinho, abre!&#8221; &#8211; &#8220;Levanta o trinco,&#8221; gritou a av\u00f3, &#8220;eu estou demasiado fraca para me poder levantar.&#8221; O lobo levantou o trinco, a porta abriu e ele, sem uma palavra, dirigiu-se \u00e0 cama da av\u00f3 e comeu-a. Depois vestiu as roupas e a touca dela, deitou-se na cama e fechou as cortinas.<\/p>\n<p>Entretanto, Capuchinho Vermelho tinha corrido de flor em flor e s\u00f3 quando j\u00e1 tinha tantas que n\u00e3o podia carregar mais \u00e9 que se lembrou da av\u00f3 e retomou o caminho para casa dela. Estranhou que a porta estivesse aberta e, quando entrou no quarto, teve uma sensa\u00e7\u00e3o t\u00e3o estranha que disse para si pr\u00f3pria: &#8220;Meu Deus, hoje sinto-me t\u00e3o angustiada e normalmente gosto tanto de estar com a av\u00f3.&#8221; Largou um &#8220;Bom dia!,&#8221; mas n\u00e3o obteve resposta. Ent\u00e3o dirigiu-se \u00e0 cama e puxou as cortinas para tr\u00e1s: ali estava a av\u00f3 com a touca puxada sobre a cara e com uma apar\u00eancia estranha. &#8220;\u00d3! Av\u00f3, que grandes orelhas tens!&#8221; &#8211; &#8220;Para poder ouvir-te melhor.&#8221; &#8211; &#8220;\u00d3! Av\u00f3, que grandes olhos tens!&#8221; &#8211; &#8220;Para poder ver-te melhor.&#8221; &#8211; &#8220;\u00d3! Av\u00f3, que grandes m\u00e3os tens!&#8221; &#8211; &#8220;Para poder abra\u00e7ar-te melhor.&#8221; &#8211; &#8220;Mas, av\u00f3, que boca horrivelmente grande tens!&#8221; &#8211; &#8220;Para poder comer-te melhor.&#8221; Mal tinha o lobo dito isto, pulou da cama e engoliu a pobre Capuchinho Vermelho.<\/p>\n<p>E, tendo apaziguado a sua concupisc\u00eancia, tornou a deitar-se na cama, adormeceu e come\u00e7ou a ressonar muito alto. O ca\u00e7ador estava mesmo a passar em frente da casa e pensou: &#8220;Como a velhota ressona! \u00c9 melhor veres se h\u00e1 algo errado.&#8221; Ent\u00e3o entrou no quarto e, quando chegou \u00e0 cama, viu o lobo l\u00e1 estendido. &#8220;Aqui te encontro, velho pecador,&#8221; disse ele, &#8220;h\u00e1 muito que te procuro!&#8221; Apontou a espingarda, mas ent\u00e3o pensou que o lobo podia ter comido a av\u00f3 e que ela ainda podia ser salva. Portanto, em vez de disparar, pegou numa tesoura e come\u00e7ou a cortar a barriga do lobo. Depois de ter feito um par de cortes viu Capuchinho Vermelho luzir; e ap\u00f3s outros tantos cortes a mo\u00e7a saltou para fora, gritando: &#8220;Ah, como tive medo! Estava t\u00e3o escuro dentro do lobo!&#8221; Depois a av\u00f3 saiu, tamb\u00e9m viva mas quase incapaz de respirar. Entretanto, Capuchinho Vermelho depressa procurou grandes pedras com as quais encheram o lobo. Quando ele acordou quis fugir, mas as pedras eram t\u00e3o pesadas que caiu subitamente e morreu.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o os tr\u00eas ficaram muito contentes. O ca\u00e7ador tirou a pele ao lobo e levou-a para casa. A av\u00f3 comeu o bolo e bebeu o vinho que Capuchinho Vermelho tinha trazido e recuperou for\u00e7as. Mas Capuchinho Vermelho pensou: &#8220;Nunca mais na vida tornar\u00e1s a sair do caminho sozinha para entrar no bosque depois de a tua m\u00e3e o ter proibido.&#8221;<\/p>\n<p>\nTamb\u00e9m se conta que uma vez, quando Capuchinho Vermelho levava outra vez bolos1 \u00e0 av\u00f3, um outro lobo falou com ela e quis tent\u00e1-la a sair do carreiro. Mas desta vez Capuchinho Vermelho estava atenta, seguiu a direito o seu caminho e disse \u00e0 av\u00f3 que tinha encontrado o lobo e que este lhe tinha dito &#8220;bom dia,&#8221; mas com uma express\u00e3o m\u00e1 nos olhos: &#8220;Se eu n\u00e3o estivesse no caminho p\u00fablico, ele ter-me-ia comido.&#8221; &#8211; &#8220;Vem,&#8221; disse a av\u00f3, &#8220;vamos fechar a porta para que ele n\u00e3o possa entrar.&#8221; Pouco depois o lobo bateu \u00e0 porta e gritou: &#8220;Abre, av\u00f3, eu sou Capuchinho Vermelho e trago-te bolos.&#8221; Mas elas n\u00e3o falaram nem abriram a porta, por isso o Cabe\u00e7a Cinzenta deu umas voltas \u00e0 casa e finalmente pulou para o telhado, querendo esperar que Capuchinho Vermelho se fosse embora \u00e0 noite para ent\u00e3o ir atr\u00e1s dela e a devorar na escurid\u00e3o. Gebackenes,isto \u00e9, &#8220;coisas cozidas no forno.&#8221; Mas a av\u00f3 percebeu o que ele tinha em mente. Havia em frente da casa um grande bebedouro de pedra e a av\u00f3 disse \u00e0 crian\u00e7a: &#8220;Pega no balde, Capuchinho Vermelho. Ontem fiz salsichas, por isso leva a \u00e1gua da cozedura para o bebedouro.&#8221; Capuchinho Vermelho acartou \u00e1gua at\u00e9 que o grande, grande bebedouro estava completamente cheio. Ent\u00e3o o cheiro das salsichas alcan\u00e7ou as narinas do lobo. Este cheirou e olhou para baixo. Finalmente, esticou tanto o pesco\u00e7o que perdeu o equil\u00edbrio e come\u00e7ou a escorregar. Escorregou ent\u00e3o do telhado e caiu dentro do grande bebedouro, onde se afogou. Capuchinho Vermelho foi para casa feliz da vida e mais ningu\u00e9m lhe fez mal.<\/p>\n<p>\n<b>Aten\u00e7\u00e3o: <a href=\"http:\/\/mundodaluha.blogspot.com.br\/2010\/03\/chapeuzinho-vermelho-original-de.html\" target=\"_blank\">se voc\u00ea procura a versao original sem adapta\u00e7\u00e3o \u00e9 do Charles Perrault nesse link clique aqui.<\/a><\/b><a href=\"http:\/\/mundodaluha.blogspot.com.br\/2010\/03\/chapeuzinho-vermelho-original-de.html\" target=\"_blank\">&nbsp;<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Era uma vez uma doce pequena que tinha o amor de todos os que a viam; mas era a av\u00f3 quem mais a amava, a ponto de n\u00e3o saber o que mais dar \u00e0 crian\u00e7a. Uma vez deu-lhe um capucho de veludo vermelho e, como este lhe ficava t\u00e3o bem que ela nunca mais quis usar outra coisa, chamaram-lhe simplesmente Capuchinho Vermelho. Um dia disse-lhe a m\u00e3e: &#8220;Vem c\u00e1, Capuchinho Vermelho, aqui tens um peda\u00e7o de bolo e uma garrafa de vinho para levares \u00e0 tua av\u00f3. Ela est\u00e1 doente e fraca e isto h\u00e1-de fortalec\u00ea-la. P\u00f5e-te ao caminho antes que se ponha quente e, quando estiveres no bosque, vai direta e n\u00e3o te desvies do carreiro, sen\u00e3o ainda cais e partes o vidro e a tua av\u00f3 n\u00e3o recebe nada. E quando entrares no quarto dela, n\u00e3o te esque\u00e7as de dizer bom dia e n\u00e3o te v\u00e1s p\u00f4r a espreitar em todos os cantos.&#8221; &#8220;Vou fazer tudo bem,&#8221; prometeu Capuchinho Vermelho dando a sua m\u00e3o. A av\u00f3 vivia isolada no bosque, a meia l\u00e9gua da aldeia. Quando Capuchinho Vermelho chegou ao bosque, um lobo veio ao seu encontro. 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