
É… confesso com todas as letras do alfabeto que o ano do cavalo foi um ano e tanto! Um ano de muito aprendizado pra mim. Cavalo está bem no finalzinho e assim, posso dizer que bem… Valew a pena… Valew a pena cada luta, cada loucura, cada acontecimento, cada pessoa que acreditou em mim, cada pessoa que decidiu me incentivar, me apoiar… Foi um ano cheio de acontecimentos que mostrou sim os erros, as qualidades e os defeitos de minha pessoa, de minha família… Foi um ano de perdas também e de conquistas. O mundo é grande e também é pequeno ao mesmo tempo. Não dá pra fazer tudo que queremos. Embora quem pensa grande assim como eu, fica meio sem nexo de manipular o tempo, de não conseguir fazer
É… confesso com todas as letras do alfabeto que o ano do cavalo foi um ano e tanto! Um ano de muito aprendizado pra mim. Cavalo está bem no finalzinho e assim, posso dizer que bem… Valew a pena… Valew a pena cada luta, cada loucura, cada acontecimento, cada pessoa que acreditou em mim, cada pessoa que decidiu me incentivar, me apoiar… Foi um ano cheio de acontecimentos que mostrou sim os erros, as qualidades e os defeitos de minha pessoa, de minha família… Foi um ano de perdas também e de conquistas. O mundo é grande e também é pequeno ao mesmo tempo. Não dá pra fazer tudo que queremos. Embora quem pensa grande assim como eu, fica meio sem nexo de manipular o tempo, de não conseguir fazer tudo que se vem na telha. Eu fico assim, na maioria das vezes perdida por não saber tomar uma decisão sensata do que realmente eu quero fazer no momento. Sou uma pessoa bastante indecisa com meus pensamentos e maluca com minhas vontades. Há exatamente 5 anos atras eu estava louca para abrir uma empresa de design/web design… Trabalhar nas melhores agencias também e adquirir bastante experiência… O tempo voou e tive bastante experiência nessa área este ano, foi uma experiência muito gostosa por sinal, clientes ótimos e satisfeito com o…


Era uma vez um velho bruxo muito bondoso que usava a magia com generosidade e sabedoria para beneficiar seus vizinhos. Em vez de revelar a verdadeira fonte do seu poder, ele fingia que suas poções, amuletos e antídotos saíam prontos de um pequeno caldeirão a que ele chamava de sua panelinha da sorte. De muitos quilômetros ao redor, as pessoas vinham lhe trazer seus problemas, e o bruxo, prazerosamente, dava uma mexida na pa-nelinha e resolvia tudo. Esse bruxo muito querido viveu até uma idade avançada e, ao morrer, deixou todos os seus bens para o único filho. O rapaz, porém, tinha uma natureza bem diferente da do bom pai. Na sua opinião, quem não sabia fazer mágicas não valia nada, e ele muitas vezes discordara do hábito que o
Era uma vez um velho bruxo muito bondoso que usava a magia com generosidade e sabedoria para beneficiar seus vizinhos. Em vez de revelar a verdadeira fonte do seu poder, ele fingia que suas poções, amuletos e antídotos saíam prontos de um pequeno caldeirão a que ele chamava de sua panelinha da sorte. De muitos quilômetros ao redor, as pessoas vinham lhe trazer seus problemas, e o bruxo, prazerosamente, dava uma mexida na pa-nelinha e resolvia tudo. Esse bruxo muito querido viveu até uma idade avançada e, ao morrer, deixou todos os seus bens para o único filho. O rapaz, porém, tinha uma natureza bem diferente da do bom pai. Na sua opinião, quem não sabia fazer mágicas não valia nada, e ele muitas vezes discordara do hábito que o pai tinha de ajudar os vizinhos com sua magia. Quando o velho morreu, o jovem encontrou escondido no fundo da velha panela um embrulhinho com o seu nome. Abriu-o na expectativa de ver ouro, mas, em lugar disso, encontrou uma pantufa grossa e macia, pequena demais para ele e sem par. Dentro dela, um pedaço de pergaminho trazia a seguinte frase: “Afetuosamente, meu filho, na esperança de que você jamais precise usá-la.” O filho amaldiçoou a caduquice do pai e atirou a pantufa no caldeirão, decidindo que passaria a usá-lo…


Há muitos e muitos anos, numa casinha pobre, nasceu um menino bonito e forte, mas que, ao contrário de todas as outras crianças, nasceu com todos os dentes na boca. Os pais, assim que o viram, ficaram muito assusta-os, pensando se tratar de alguma bruxaria. As vizinhas, entretanto, os tranquilizaram, dizendo que nascer com dentes era sinal de boa sorte. E uma delas, que era considerada feiticeira, profetizou que o menino, ao completar quinze anos, se casaria com a filha do imperador do país. Um dia, quando o menino ainda era bem pequeno, o imperador passou casualmente pela vila e ouviu contar a história da criança, que era chamada de o “Filho da Sorte.” Indignado com a possibilidade de ver sua filha casada com um tipo qualquer, pobre e de
Há muitos e muitos anos, numa casinha pobre, nasceu um menino bonito e forte, mas que, ao contrário de todas as outras crianças, nasceu com todos os dentes na boca. Os pais, assim que o viram, ficaram muito assusta-os, pensando se tratar de alguma bruxaria. As vizinhas, entretanto, os tranquilizaram, dizendo que nascer com dentes era sinal de boa sorte. E uma delas, que era considerada feiticeira, profetizou que o menino, ao completar quinze anos, se casaria com a filha do imperador do país. Um dia, quando o menino ainda era bem pequeno, o imperador passou casualmente pela vila e ouviu contar a história da criança, que era chamada de o “Filho da Sorte.” Indignado com a possibilidade de ver sua filha casada com um tipo qualquer, pobre e de origem humilde, o imperador resolveu dar um jeito de impedir que a profecia se cumprisse. Dizendo-se um rico comerciante, apresentou-se na casa onde vivia o Filho da Sorte. Tomou a criança nos braços e, fingindo-se encantado com sua beleza, disse aos pais que era muito rico e não tinha ninguém a quem deixar sua herança. Por isso, gostaria muito de poder levar o bebê e criá-lo como se fosse seu filho. O casal, a princípio, não aceitou a proposta, mas o imperador foi tão hábil e convincente que os fez…


Era uma vez um burro que tinha trabalhado durante muitos anos para o seu dono, acartando sacos de milho. Com o tempo, foi perdendo as forças e acabou por não conseguir trabalhar como antigamente. Então, o dono resolveu cortar-lhe a ração. Vendo que dessa decisão não viria nada de bom para si, o Burro fugiu e pôs-se a caminho da cidade de Bremen. – Em Bremen posso tornar-me músico – pensava ele enquanto caminhava. Ainda mal tinha começado a jornada quando encontrou, à beira da estrada, um cão de caça que respirava sem fôlego como se tivesse acabado de correr muito. – Por que respiras assim com tanta dificuldade? – Perguntou o Burro. – Ah, sabes lá! Como estou velho e cada dia que passa me sinto mais fraco, já
Era uma vez um burro que tinha trabalhado durante muitos anos para o seu dono, acartando sacos de milho. Com o tempo, foi perdendo as forças e acabou por não conseguir trabalhar como antigamente. Então, o dono resolveu cortar-lhe a ração. Vendo que dessa decisão não viria nada de bom para si, o Burro fugiu e pôs-se a caminho da cidade de Bremen. – Em Bremen posso tornar-me músico – pensava ele enquanto caminhava. Ainda mal tinha começado a jornada quando encontrou, à beira da estrada, um cão de caça que respirava sem fôlego como se tivesse acabado de correr muito. – Por que respiras assim com tanta dificuldade? – Perguntou o Burro. – Ah, sabes lá! Como estou velho e cada dia que passa me sinto mais fraco, já não posso caçar. O meu dono queria matar-me, mas eu fugi a sete pés. Mas, agora, o que vai ser de mim? – Queixou-se o Cão. – Por que não vens comigo para Bremen? – Perguntou o Burro. – Vou tornar-me músico da cidade e tocar alaúde. Tu podias tocar tambor… O Cão concordou e meteram-se ambos ao caminho. Andaram algum tempo até que encontraram um Gato que estava muito, muito triste. – O que te aconteceu, meu caça-ratos? – Perguntou o Burro. – Quem é que se pode sentir…


Era uma vez uma doce pequena que tinha o amor de todos os que a viam; mas era a avó quem mais a amava, a ponto de não saber o que mais dar à criança. Uma vez deu-lhe um capucho de veludo vermelho e, como este lhe ficava tão bem que ela nunca mais quis usar outra coisa, chamaram-lhe simplesmente Capuchinho Vermelho. Um dia disse-lhe a mãe: “Vem cá, Capuchinho Vermelho, aqui tens um pedaço de bolo e uma garrafa de vinho para levares à tua avó. Ela está doente e fraca e isto há-de fortalecê-la. Põe-te ao caminho antes que se ponha quente e, quando estiveres no bosque, vai direta e não te desvies do carreiro, senão ainda cais e partes o vidro e a tua avó não recebe
Era uma vez uma doce pequena que tinha o amor de todos os que a viam; mas era a avó quem mais a amava, a ponto de não saber o que mais dar à criança. Uma vez deu-lhe um capucho de veludo vermelho e, como este lhe ficava tão bem que ela nunca mais quis usar outra coisa, chamaram-lhe simplesmente Capuchinho Vermelho. Um dia disse-lhe a mãe: “Vem cá, Capuchinho Vermelho, aqui tens um pedaço de bolo e uma garrafa de vinho para levares à tua avó. Ela está doente e fraca e isto há-de fortalecê-la. Põe-te ao caminho antes que se ponha quente e, quando estiveres no bosque, vai direta e não te desvies do carreiro, senão ainda cais e partes o vidro e a tua avó não recebe nada. E quando entrares no quarto dela, não te esqueças de dizer bom dia e não te vás pôr a espreitar em todos os cantos.” “Vou fazer tudo bem,” prometeu Capuchinho Vermelho dando a sua mão. A avó vivia isolada no bosque, a meia légua da aldeia. Quando Capuchinho Vermelho chegou ao bosque, um lobo veio ao seu encontro. Capuchinho Vermelho não sabia que se tratava dum animal malvado e não teve medo nenhum. “Bom dia, Capuchinho Vermelho,” disse ele. “Muito obrigado, lobo.” – “Aonde vais tão cedo, Capuchinho Vermelho?”…


Às margens de uma extensa mata existia, há muito tempo, uma cabana pobre, feita de troncos de árvore, na qual morava um lenhador com sua segunda esposa e seus dois filhinhos, nascidos do primeiro casamento. O garoto chamava-se João e a menina, Maria. A vida sempre fora difícil na casa do lenhador, mas naquela época as coisas haviam piorado ainda mais: não havia comida para todos. Minha mulher, o que será de nós? Acabaremos todos por morrer de necessidade. E as crianças serão as primeiras. – Há uma solução… – disse a madrasta, que era muito malvada. Amanhã daremos a João e Maria um pedaço de pão, depois os levaremos à mata e lá os abandonaremos. O lenhador não queria nem ouvir falar de um plano tão cruel, mas a
Às margens de uma extensa mata existia, há muito tempo, uma cabana pobre, feita de troncos de árvore, na qual morava um lenhador com sua segunda esposa e seus dois filhinhos, nascidos do primeiro casamento. O garoto chamava-se João e a menina, Maria. A vida sempre fora difícil na casa do lenhador, mas naquela época as coisas haviam piorado ainda mais: não havia comida para todos. Minha mulher, o que será de nós? Acabaremos todos por morrer de necessidade. E as crianças serão as primeiras. – Há uma solução… – disse a madrasta, que era muito malvada. Amanhã daremos a João e Maria um pedaço de pão, depois os levaremos à mata e lá os abandonaremos. O lenhador não queria nem ouvir falar de um plano tão cruel, mas a mulher, esperta e insistente, conseguiu convencê-lo. No aposento ao lado, as duas crianças tinham escutado tudo, e Maria desatou a chorar. – Não chore, tranquilizou-a o irmão. Tenho uma ideia. Esperou que os pais estivessem dormindo, saiu da cabana, catou um punhado de pedrinhas brancas que brilhavam ao clarão da lua e as escondeu no bolso. Depois voltou para a cama. No dia seguinte, ao amanhecer, a madrasta acordou as crianças. As crianças foram com o pai e a madrasta cortar lenha na floresta e lá foram abandonadas. João havia…
