•É dificil explicar tudo que acontece em sua vida que parece uma magia, algo encantado que nem você ao menos acredita. Meu pai infeslimente faleu em 2002 com quase 84 anos de idade… Acho que durante todo essa ausencia dele foi mais que ele ficou presente em mim entende? Pessoas me falaram que quando se perde uma coisa a gente da mais valor, antes eu nao sabia dar valor a nada, eu era criança, uma criança meia voada… hoje se eu pudesse voltar no tempo uma coisa mais q impossivel de acontecer é claro, eu viveria todos os dias como se fosse o ultimo dia… Hoje depois de tantas barreiras, depois de descobrir e sentir tudo q meu pai me ensinou, minha mãe, as pessoas, e eu msm… eu me
•É dificil explicar tudo que acontece em sua vida que parece uma magia, algo encantado que nem você ao menos acredita. Meu pai infeslimente faleu em 2002 com quase 84 anos de idade… Acho que durante todo essa ausencia dele foi mais que ele ficou presente em mim entende? Pessoas me falaram que quando se perde uma coisa a gente da mais valor, antes eu nao sabia dar valor a nada, eu era criança, uma criança meia voada… hoje se eu pudesse voltar no tempo uma coisa mais q impossivel de acontecer é claro, eu viveria todos os dias como se fosse o ultimo dia… Hoje depois de tantas barreiras, depois de descobrir e sentir tudo q meu pai me ensinou, minha mãe, as pessoas, e eu msm… eu me vejo uma pessoa melhor, uma vida que passou da água para o vinho… •A maior coisa do mundo é amar e sonhar, cada um de nós temos um sonho, você pode até dizer que não mais você tem. Sonhos simples e até mesmo um sonho extravagante, que ficam oculto dentro ou aberto dentro de nós. •Eu agradeço primeiramente a Deus por ter me dado essa vida, minha mae por a grande confiança e amor, e meu pai por a grande sabedoria, o grande conhecimento e experiencia de vida, a meus…
•Nossa faz tempo que não escrevo aqui né? Deixa eu conta e atualizar tudo isso aqui… São tantas coisas que tem acontecido desde aquela ultima postagem, bem até agora não realizamos o jogo de voley acredita??? Pois bem o JIMI de taekwondo (jogos do interior de minas) tem ocorrido quase tudo bem, só que foi uma desvantagem: EU NAO LUTEI! O meu professor colocou meu peso errado, e não foi aprovado, triste né? rs • Amizades e amizades verdadeiras que eu nao sei como agradecer as meninas (Adla, Gabi e Carol) pelo grande apoio, pela diversão, pela compreensão, e pelo carinho. Também não sei como agradecer o pessoal da net que vive me ajudando no dia-a-dia, me apoiando, pedindo conselhos que também servem para mim, sinceramente pessoal obrigada por existir!
•Nossa faz tempo que não escrevo aqui né? Deixa eu conta e atualizar tudo isso aqui… São tantas coisas que tem acontecido desde aquela ultima postagem, bem até agora não realizamos o jogo de voley acredita??? Pois bem o JIMI de taekwondo (jogos do interior de minas) tem ocorrido quase tudo bem, só que foi uma desvantagem: EU NAO LUTEI! O meu professor colocou meu peso errado, e não foi aprovado, triste né? rs • Amizades e amizades verdadeiras que eu nao sei como agradecer as meninas (Adla, Gabi e Carol) pelo grande apoio, pela diversão, pela compreensão, e pelo carinho. Também não sei como agradecer o pessoal da net que vive me ajudando no dia-a-dia, me apoiando, pedindo conselhos que também servem para mim, sinceramente pessoal obrigada por existir! •Infelismente pela segunda vez um sonho meu tem virado pó outra vez, sinceramente eu nao sei quando é que vou encontrar o dono de meu coração, eu me sinto uma idiota por apaixonar sempre por pessoas erradas. Mas nunca deixarei de sonhar e nem de amar. Pois a vida continua só o caminho que se muda de rumo nao é?… É duro você ter que ir contra seu coração, é uma sensação muito horrivel e dolorida. • Esses tempos sonhei um sonho que jamais me esquecerei. Sonhei que eu estava…
A FESTA NO CÉU Entre todas as aves espalhou-se a notícia de uma festa no Céu. Todas as aves compareceriam e começaram a fazer inveja aos animais e outros bichos da terra incapazes de vôo. Imaginem quem foi dizer que ia também à festa… O sapo! Logo ele, pesadão e nem sabendo dar uma carreira, seria capaz de aparecer naquelas alturas. Pois o sapo disse que tinha sido convidado e que ia sem dúvida nenhuma. Os bichos só faltaram morrer de rir. Os pássaros, então, nem se fala. O sapo tinha seu plano. Na véspera, procurou o urubu e deu uma prosa boa, divertindo muito o dono da casa. Depois disse: – Bem, camarada urubu, quem é coxo parte cedo e eu vou indo porque o caminho é comprido. O
A FESTA NO CÉU Entre todas as aves espalhou-se a notícia de uma festa no Céu. Todas as aves compareceriam e começaram a fazer inveja aos animais e outros bichos da terra incapazes de vôo. Imaginem quem foi dizer que ia também à festa… O sapo! Logo ele, pesadão e nem sabendo dar uma carreira, seria capaz de aparecer naquelas alturas. Pois o sapo disse que tinha sido convidado e que ia sem dúvida nenhuma. Os bichos só faltaram morrer de rir. Os pássaros, então, nem se fala. O sapo tinha seu plano. Na véspera, procurou o urubu e deu uma prosa boa, divertindo muito o dono da casa. Depois disse: – Bem, camarada urubu, quem é coxo parte cedo e eu vou indo porque o caminho é comprido. O urubu respondeu: – Você vai mesmo? – Se vou? Até lá, sem falta! Em vez de sair, o sapo deu uma volta, entrou na camarinha do urubu e vendo a viola em cima da cama, meteu-se dentro, encolhendo-se todo. O urubu, mais tarde, pegou na viola, amarrou-a a tiracolo e bateu asas para o céu, rru-rru-rru… Chegando ao céu o urubu arriou a viola num canto e foi procurar as outras aves. O sapo botou um olho de fora e vendo que estava sozinho, deu um pulo e ganhou a…
A MOURA TORTA De Henriqueta Lisboa. Era uma vez um rei que tinha um filho único, e este, chegando a ser rapaz, pediu para correr mundo. Não houve outro remédio senão deixar o príncipe seguir viagem como desejava. Nos primeiros tempos nada aconteceu de novidades. O príncipe andou, andou, dormindo aqui e acolá, passando fome e frio. Numa tarde ia ele chegando a uma cidade quando uma velhinha, muito corcunda, carregando um feixe de gravetos, pediu uma esmola. O príncipe, com pena da velhinha, deu dinheiro bastante e colocou nos ombros o feixe de gravetos, levando a carga até pertinho das ruas. A velha agradeceu muito, abençoou e disse:- Meu netinho, não tenho nada para lhe dar: leve essas frutas para regado mas só abra perto das águas correntes. Tirou
A MOURA TORTA De Henriqueta Lisboa. Era uma vez um rei que tinha um filho único, e este, chegando a ser rapaz, pediu para correr mundo. Não houve outro remédio senão deixar o príncipe seguir viagem como desejava. Nos primeiros tempos nada aconteceu de novidades. O príncipe andou, andou, dormindo aqui e acolá, passando fome e frio. Numa tarde ia ele chegando a uma cidade quando uma velhinha, muito corcunda, carregando um feixe de gravetos, pediu uma esmola. O príncipe, com pena da velhinha, deu dinheiro bastante e colocou nos ombros o feixe de gravetos, levando a carga até pertinho das ruas. A velha agradeceu muito, abençoou e disse:- Meu netinho, não tenho nada para lhe dar: leve essas frutas para regado mas só abra perto das águas correntes. Tirou da sacola suja três laranja e entregou ao príncipe, que as guardou e continuou sua jornada.Dias depois, na hora do meio-dia, estava morto de sede e lembrou-se das laranjas. Tirou uma, abriu o canivete e cortou. Imediatamente a casca abriu para um lado e outro e pulou de dentro uma moça bonita como os anjos, dizendo:- Quero água! Quero água!Não havia água por ali e a moça desapareceu. O príncipe ficou triste com o caso. Dias passados sucedeu o mesmo. Estava com sede e cortou a Segunda laranja. Outra moça, ainda…
Felicidade é sorte Era um dia um sapateiro muito pobre e carregado de filhos, que apesar de trabalhar como um condenado vivia na miséria. De uma feita estava ele batendo sola quando passaram dois amigos, muito ricos, que vinham discutindo sobre a fortuna. Um dizia que a fortuna era dada pela felicidade e o outro pelos auxílios. Viram o sapateiro e tiveram piedade dele ao mesmo tempo que resolveram experimentar a opinião de cada um. O que sustentava a fortuna pelos auxílios, foi ao sapateiro e lhe deu cinqüenta moedas de ouro. O sapateiro quase morre de alegria. Acabou depressa o serviço e voltou para sua choupana. Aí enterrou o dinheiro num vaso que tinha um pé de manjericão, deixando para depois estudar como empregava aquele ouro. No outro dia
Felicidade é sorte Era um dia um sapateiro muito pobre e carregado de filhos, que apesar de trabalhar como um condenado vivia na miséria. De uma feita estava ele batendo sola quando passaram dois amigos, muito ricos, que vinham discutindo sobre a fortuna. Um dizia que a fortuna era dada pela felicidade e o outro pelos auxílios. Viram o sapateiro e tiveram piedade dele ao mesmo tempo que resolveram experimentar a opinião de cada um. O que sustentava a fortuna pelos auxílios, foi ao sapateiro e lhe deu cinqüenta moedas de ouro. O sapateiro quase morre de alegria. Acabou depressa o serviço e voltou para sua choupana. Aí enterrou o dinheiro num vaso que tinha um pé de manjericão, deixando para depois estudar como empregava aquele ouro. No outro dia acordou mais tarde e foi ver o pé de manjericão. Não o encontrou. Perguntou, já assustado, à mulher, onde pusera o vaso e soube que ela vendera a um homem que passava, apurando com que almoçar. O sapateiro botou as mãos na cabeça e contou sua desgraça, chorando os dois a falta de sorte que os perseguia. Tempos depois estava o sapateiro na sua ocupação quando os dois amigos ricos cruzaram a rua e vieram saber notícias das cinqüenta moedas de ouro. O sapateiro contou sua desventura. – É minha…
Esta ai mais um conto do grande escritor Charles Perrault! O PEQUENO POLEGAR Era uma vez um casal de lenhadores muito, muito pobres, com sete filhos pequenos. Um deles, o caçula, era magro e fraco, mas esperto e inteligente; era conhecido como Polegar, por ser muito pequeno ao nascer. Naquele ano difícil, faltava tudo, praticamente não havia o que comer. Os dois lenhadores, desesperados com tanta miséria e tantas bocas para alimentar, encontraram uma triste solução: iriam se livrar dos sete filhos esfomeados. Enquanto os filhos dormiam, pai e mãe planejaram como agiriam para abandonar as crianças. — Vamos levar as crianças para a floresta — disse o lenhador. — Lá, enquanto juntam lenha, nós as abandonaremos e fugiremos sem que percebam. Quando o pai pronunciou a última palavra, seus
Esta ai mais um conto do grande escritor Charles Perrault! O PEQUENO POLEGAR Era uma vez um casal de lenhadores muito, muito pobres, com sete filhos pequenos. Um deles, o caçula, era magro e fraco, mas esperto e inteligente; era conhecido como Polegar, por ser muito pequeno ao nascer. Naquele ano difícil, faltava tudo, praticamente não havia o que comer. Os dois lenhadores, desesperados com tanta miséria e tantas bocas para alimentar, encontraram uma triste solução: iriam se livrar dos sete filhos esfomeados. Enquanto os filhos dormiam, pai e mãe planejaram como agiriam para abandonar as crianças. — Vamos levar as crianças para a floresta — disse o lenhador. — Lá, enquanto juntam lenha, nós as abandonaremos e fugiremos sem que percebam. Quando o pai pronunciou a última palavra, seus olhos e os de sua esposa estavam cheios de lágrimas. — Coitadinhos dos meus filhos — disse a mãe, soluçando. — Ficarão sozinhos, sentindo frio, fome e medo das feras do mato… — Prefere, então, que morram de fome aqui mesmo conosco, sob nossas vistas? — perguntou o pai, também chorando. Não havia solução. As crianças morreriam, em casa ou na floresta. Então, era melhor que fosse longe, para os pais sofrerem menos. Combinaram o que fariam no dia seguinte e foram dormir. Pela manhã, o casal chamou os filhos…