A Adobe Systems, líder mundial em software de design gráfico e tratamento digital de fotografias, com programas como o Photoshop e o Acrobat Reader, anunciou que irá suprimir 680 postos de trabalho a nível mundial, o equivalente a nove por cento da sua força de trabalho. A queda nas vendas por causa da recessão, a rivalidade com outras empresas e o uso de versões piratas do software estão na origem dos despedimentos, que têm como finalidade reduzir custos. À data de 15 de Setembro, a Adobe tinha 7564 funcionários. Há apenas uma semana, outro gigante tecnológico, a Microsoft, anunciou o despedimento de mais 800 pessoas, a juntar às cerca de 5000 que já tinham sido dispensadas durante este ano.
A Adobe Systems, líder mundial em software de design gráfico e tratamento digital de fotografias, com programas como o Photoshop e o Acrobat Reader, anunciou que irá suprimir 680 postos de trabalho a nível mundial, o equivalente a nove por cento da sua força de trabalho. A queda nas vendas por causa da recessão, a rivalidade com outras empresas e o uso de versões piratas do software estão na origem dos despedimentos, que têm como finalidade reduzir custos. À data de 15 de Setembro, a Adobe tinha 7564 funcionários. Há apenas uma semana, outro gigante tecnológico, a Microsoft, anunciou o despedimento de mais 800 pessoas, a juntar às cerca de 5000 que já tinham sido dispensadas durante este ano.
Sabe quando sentimos falta de alguém, quando você olha ao redor e não há ninguém para te ajudar, para te dar a mão e te tirar daquele buraco sofredor? Sabe quando sentimos deprimidos, carentes com um vazio no peito… e depois vem aquelas pessoas que você tanto amam e te estende a mão. Te abraçam, te tiram da carência, da depre, colocam felicidade no seu coração e depois de tudo, você começa a ver a vida de outra maneira. Uma maneira mais viva e colorida. Você passa a conhecer novas pessoas, pessoas especiais, que, começam a colar os pedacinhos que foram quebrados do seu coração. Como é bom não é? Poder receber palavras cativantes, pessoas que te amam, que te ajudam a enfrentar todos os obstaculos, que colocam um sorriso
Sabe quando sentimos falta de alguém, quando você olha ao redor e não há ninguém para te ajudar, para te dar a mão e te tirar daquele buraco sofredor? Sabe quando sentimos deprimidos, carentes com um vazio no peito… e depois vem aquelas pessoas que você tanto amam e te estende a mão. Te abraçam, te tiram da carência, da depre, colocam felicidade no seu coração e depois de tudo, você começa a ver a vida de outra maneira. Uma maneira mais viva e colorida. Você passa a conhecer novas pessoas, pessoas especiais, que, começam a colar os pedacinhos que foram quebrados do seu coração. Como é bom não é? Poder receber palavras cativantes, pessoas que te amam, que te ajudam a enfrentar todos os obstaculos, que colocam um sorriso no seu rosto. Não existe nada melhor! E assim, os problemas, as mágoas… são todas esquecidas, guardadas em um arquivo bem escondidinho na mente. E nossa mente começa a ter aqueles pensamentos positivos, lembranças daqueles momentos loucos e de tudo que você passou de bom na vida. É isso aconteceu comigo esses dias. Eu estou restaurada, pronta para continuar meu caminho adiante. Pronta para divertir o máximo que puder, pronta para aceitar a dançar com quem me convidar. Alias, estou pronta para colorir minha vida de alegria, aproveitar minha juventude…
Preste atenção nessa notícia que foi postada no site mexicano Planeta Azul: Anualmente, milhares de coelhos são abatidos para a distribuição de calor nas casas de Estocolmo MÉXICO, D.F. Outubro 17, 2009 .- O uso de coelhos para produção de biocombustível permanece dividido a opinião dos moradores de Estocolmo, como milhares deles são utilizados como combustível para uma usina que alimenta o sistema de aquecimento da cidade. Segundo o site da BBC News, todos os anos milhares de coelhos são sacrificados para proteger os espaços verdes da capital, uma vez que estes são liberados por seus donos e destruir os parques da cidade. Os animais mortos são congelados e transferidos para uma instalação de aquecimento em Karlskoga, onde são queimados para gerar calor, que é distribuído pela mesma casa na
Preste atenção nessa notícia que foi postada no site mexicano Planeta Azul: Anualmente, milhares de coelhos são abatidos para a distribuição de calor nas casas de Estocolmo MÉXICO, D.F. Outubro 17, 2009 .- O uso de coelhos para produção de biocombustível permanece dividido a opinião dos moradores de Estocolmo, como milhares deles são utilizados como combustível para uma usina que alimenta o sistema de aquecimento da cidade. Segundo o site da BBC News, todos os anos milhares de coelhos são sacrificados para proteger os espaços verdes da capital, uma vez que estes são liberados por seus donos e destruir os parques da cidade. Os animais mortos são congelados e transferidos para uma instalação de aquecimento em Karlskoga, onde são queimados para gerar calor, que é distribuído pela mesma casa na cidade. Leo Virta, chefe da Konvex, uma empresa que fornece suprimentos para a fábrica, disse que eles desenvolveram uma nova forma de transformação de resíduos animais com fundos da União Européia. “É um sistema bom, porque resolve o problema de como eliminar os resíduos de origem animal, enquanto geradora de calor”, afirma Vita. Além disso, a reação do povo e defensores dos direitos dos animais é contrário, como eles acreditam que não é a maneira de tratar os animais. … Sem coments… É cada coisa que se ve nesse mundo……
Há muitos e muitos anos havia um Imperador tão apaixonado pelas roupas novas, que gastava com elas todo o dinheiro que possuía. Pouco se incomodava com seus soldados, com o teatro ou com os passeios pelos bosques, contanto que pudesse vestir seus trajes. Tinha um para cada hora do dia, e, ao invés de se dizer dele o que se diz de qualquer imperador: “Está na Câmara do Conselho”, dizia-se sempre a mesma coisa: “O Imperador está se vestindo”. Na capital em que ele vivia, a vida era muito alegre; todos os dias chegavam multidões de forasteiros para visitá-la, e, entre eles, certa ocasião chegaram dois vigaristas. Fingiram-se de tecelões, dizendo-se capazes de tecer os tecidos mais maravilhosos do mundo. E não somente as cores e os desenhos eram magníficos
Há muitos e muitos anos havia um Imperador tão apaixonado pelas roupas novas, que gastava com elas todo o dinheiro que possuía. Pouco se incomodava com seus soldados, com o teatro ou com os passeios pelos bosques, contanto que pudesse vestir seus trajes. Tinha um para cada hora do dia, e, ao invés de se dizer dele o que se diz de qualquer imperador: “Está na Câmara do Conselho”, dizia-se sempre a mesma coisa: “O Imperador está se vestindo”. Na capital em que ele vivia, a vida era muito alegre; todos os dias chegavam multidões de forasteiros para visitá-la, e, entre eles, certa ocasião chegaram dois vigaristas. Fingiram-se de tecelões, dizendo-se capazes de tecer os tecidos mais maravilhosos do mundo. E não somente as cores e os desenhos eram magníficos como também os trajes que se faziam com aqueles tecidos possuíam a qualidade especial de serem invisíveis para qualquer pessoa que não tivesse as qualidades necessárias para desempenhar suas funções e também que fossem muito tolas e presunçosas. – Devem ser trajes magníficos – pensou o Imperador. –E se eu vestisse um deles, poderia descobrir todos aqueles que em meu reino carecessem das qualidades necessárias para desempenhar seus cargos. E também poderei distinguir os tolos dos inteligentes. Sim, estou decidido a mandar tecer uma roupa para mim, a qual me…
Bem no fundo do mar a água é azul como as folhas das centáureas, pura como o cristal mais transparente, mas tão transparente, mas tão profunda que seria inútil jogar ali a âncora e, para medi-la, seria preciso colocar uma quantidade enorme de torres de igreja umas sobre as outras a fim de verificar a distância que vai do fundo à superfície. Lá é a morada do povo do mar. Mas não pensem que esse fundo se compõe somente de areia branca; não, ali crescem plantas e árvores estranhas e tão leves, que o menor movimento da água faz com que elas se agitem, como se estivessem vivas. Todos os peixes, grandes e pequenos, vão e vêm entre seus galhos, assim como os pássaros o fazem no ar. No lugar
Bem no fundo do mar a água é azul como as folhas das centáureas, pura como o cristal mais transparente, mas tão transparente, mas tão profunda que seria inútil jogar ali a âncora e, para medi-la, seria preciso colocar uma quantidade enorme de torres de igreja umas sobre as outras a fim de verificar a distância que vai do fundo à superfície. Lá é a morada do povo do mar. Mas não pensem que esse fundo se compõe somente de areia branca; não, ali crescem plantas e árvores estranhas e tão leves, que o menor movimento da água faz com que elas se agitem, como se estivessem vivas. Todos os peixes, grandes e pequenos, vão e vêm entre seus galhos, assim como os pássaros o fazem no ar. No lugar mais profundo está o castelo do rei do mar, cujos muros são de coral, as janelas de âmbar amarelo e o teto é feito de conchas que se abrem e fecham para receber a água e para despejá-la. Cada uma dessas conchas encerra pérolas brilhantes e a menor delas honraria a mais bela coroa de qualquer rainha. Há muitos anos que o rei do mar estava viúvo e sua velha mãe dirigia a casa. Era uma mulher espiritual, mas tão orgulhosa de sua linhagem, que usava doze ostras na cauda,…