Confesso que me senti realizada no primeiro ano de minha filha. Foi tanta felicidade que eu mal consegui me controlar. A festa foi linda. O tema escolhido foi do ursinho Pooh, pois minha filha adora ele desde os três meses quando ela ganhou um mordedor do pooh, era só mostrar ele para ela e ela dava aquela risadinha gostosa e toda banguela. O tempo foi passando e o pai dela comprou o pooh grandão de pelúcia e desde esse ponto ela vem abrançando ele, beijando, subindo em cima dele de tal forma que criou um vinculo tão forte entre ela e o pooh. Quando mostrei a mesa do aniversario para ela, ela fez uma carinha de felicidade tão bonitinha que eu me senti mais feliz ainda. Ter um filho é
Confesso que me senti realizada no primeiro ano de minha filha. Foi tanta felicidade que eu mal consegui me controlar. A festa foi linda. O tema escolhido foi do ursinho Pooh, pois minha filha adora ele desde os três meses quando ela ganhou um mordedor do pooh, era só mostrar ele para ela e ela dava aquela risadinha gostosa e toda banguela. O tempo foi passando e o pai dela comprou o pooh grandão de pelúcia e desde esse ponto ela vem abrançando ele, beijando, subindo em cima dele de tal forma que criou um vinculo tão forte entre ela e o pooh. Quando mostrei a mesa do aniversario para ela, ela fez uma carinha de felicidade tão bonitinha que eu me senti mais feliz ainda. Ter um filho é uma benção de Deus tão grande e realizar o primeiro ano de seu filho é uma conquista. Espero que Deus sempre ilumine a minha família fazendo que cada ano seja mais uma conquista vencida. Amém. Eu vou relembrar algumas coisas aqui desde quando a Ana Lara era bebezinha até quando ela completou um aninho, vamos lá: Recem Nascida: Minha bebezinha chegou ao mundo tão pequena, mas tão pequena que eu tinha dificuldade de pegá-la, de aconhcegá-la no meu colo e de fazer ela acertar a pega correta em meu seio…
Muitas pessoas são atacadas pela depressão, se rebaixam, se matam, se esconde de si próprio, se cortam, se auto odeiam, se sentem inúteis, porém agem sem ao menos buscar alguma solução para seus problemas. Tudo nessa vida tem solução, acredite. Eu já tive depressão, porém eu fui forte o sufiente pra me salvar, pra vencer aquele pensamento negativo que ficava martelando na minha cabeça. Nesse mundo temos apenas dois caminhos que podemos seguir: da luz e das trevas, portanto temos que ser forte e manter a nossa escolha acima de qualquer circunstancias. Uma amiga do meu amigo após passar 3 anos sofrendo com uma doença chamada de Automutilação ou Cutting, e também Depressão e Bipolaridade ela procurou tratamento e já esta quase no fim. Agora ela quer ajudar as pessoas,
Muitas pessoas são atacadas pela depressão, se rebaixam, se matam, se esconde de si próprio, se cortam, se auto odeiam, se sentem inúteis, porém agem sem ao menos buscar alguma solução para seus problemas. Tudo nessa vida tem solução, acredite. Eu já tive depressão, porém eu fui forte o sufiente pra me salvar, pra vencer aquele pensamento negativo que ficava martelando na minha cabeça. Nesse mundo temos apenas dois caminhos que podemos seguir: da luz e das trevas, portanto temos que ser forte e manter a nossa escolha acima de qualquer circunstancias. Uma amiga do meu amigo após passar 3 anos sofrendo com uma doença chamada de Automutilação ou Cutting, e também Depressão e Bipolaridade ela procurou tratamento e já esta quase no fim. Agora ela quer ajudar as pessoas, dar a elas um refugio e mostrar a experiência que ela conquistou atravéz de um blog especializado em Cutting, Depressão e Bipolaridade. Muitas dessas pessoas não sabe aonde procurar ajuda, não sabe em quem confiar e tem medo de mostrar e falar o que esta se passando. Portanto estou postando essa postagem justamente para divulgar o blog dela e ajudar inúmeras pessoas que possam ser salvas nisso. O blog dela chamado Cutting Wrists: Clique aqui para ver o blog . Neste blog contém algumas cenas fortes. Portanto, desejo boa sorte…
Esse é o famoso e gostoso bolo de caneca feito rapidinho, cerca de 4 minutos, sendo um preparando e três no microondas. É uma receita que me salva quando estou naquela tpm e fico morrendo de vontade de comer chocolate. Costumo fazê-lo com cobertura de chocolate, fica realmente uma delícia. Prontinho, cremosinho e quentinho. Para quem não conhece vale a pena experimentar, agora com esse tempo um pouco frio no lanche da tarde é uma ótima opção. Portanto Segue a receita: Bolo de caneca de microondas: 1 ovo 3 colheres de leite 3 colheres de oleo 4 colheres rasa de farinha de trigo 4 colheres de açúcar 2 colheres rasa de chocolate em pó 1 colher café de pó royal Preparo: Em uma caneca bata todos os ingredientes com utilização
Esse é o famoso e gostoso bolo de caneca feito rapidinho, cerca de 4 minutos, sendo um preparando e três no microondas. É uma receita que me salva quando estou naquela tpm e fico morrendo de vontade de comer chocolate. Costumo fazê-lo com cobertura de chocolate, fica realmente uma delícia. Prontinho, cremosinho e quentinho. Para quem não conhece vale a pena experimentar, agora com esse tempo um pouco frio no lanche da tarde é uma ótima opção. Portanto Segue a receita: Bolo de caneca de microondas: 1 ovo 3 colheres de leite 3 colheres de oleo 4 colheres rasa de farinha de trigo 4 colheres de açúcar 2 colheres rasa de chocolate em pó 1 colher café de pó royal Preparo: Em uma caneca bata todos os ingredientes com utilização de um garfo e leve no microondas com a potência máxima por 3 minutos. Logo após se preferir faça uma cobertura e jogue em cima.
Era uma vez uma mulher que queria ter um filho muito pequenino, mas não sabia como havia de fazer para encontrar um. Então, foi ter com uma velha bruxa e disse-lhe: — Gostava tanto de ter um filho pequenino! Não sabes dizer-me onde posso arranjar um? — Oh, isso não é difícil — disse a bruxa. — Aqui tens um grão de cevada, e olha que não é da que cresce nos campos dos lavradores nem daquela que as galinhas comem. Planta este grão num vaso e verás o que acontece! — Oh, obrigada! — disse a mulher, dando uma moeda de prata à bruxa. Depois foi para casa e semeou o grão. Não foi preciso esperar muito tempo para que nascesse uma bela flor; parecia uma túlipa, mas as
Era uma vez uma mulher que queria ter um filho muito pequenino, mas não sabia como havia de fazer para encontrar um. Então, foi ter com uma velha bruxa e disse-lhe: — Gostava tanto de ter um filho pequenino! Não sabes dizer-me onde posso arranjar um? — Oh, isso não é difícil — disse a bruxa. — Aqui tens um grão de cevada, e olha que não é da que cresce nos campos dos lavradores nem daquela que as galinhas comem. Planta este grão num vaso e verás o que acontece! — Oh, obrigada! — disse a mulher, dando uma moeda de prata à bruxa. Depois foi para casa e semeou o grão. Não foi preciso esperar muito tempo para que nascesse uma bela flor; parecia uma túlipa, mas as pétalas estavam muito fechadas como se fosse ainda um botão. — Que linda flor! — disse a mulher, dando um beijo nas pétalas vermelhas e amarelas. Nesse preciso momento, a flor abriu-se com um forte estalido. Era realmente uma túlipa — agora via-se bem —, mas mesmo no centro da flor, no centro verde, estava sentada uma menina minúscula, graciosa e delicada como uma fada. Não era maior que metade de um polegar, e por isso ficou a chamar-se Polegarzinha.A cama em que dormia era uma casca de noz muito…
Era uma vez um rei que tinha doze filhas muito lindas. Dormiam em doze camas, todas no mesmo quarto; e quando iam para a cama, as portas do quarto eram trancadas a chave por fora. Pela manhã, porém, os seus sapatos apresentavam as solas gastas, como se tivessem dançado com eles toda a noite; ninguém conseguia descobrir como acontecia isso. Então, o rei anunciou por todo o país que se alguém pudesse descobrir o segredo, e saber onde as princesas dançavam de noite, casaria com aquela de quem mais gostasse e seria o seu herdeiro do trono; mas quem tentasse descobrir isso, e ao fim de três dias e três noites não o conseguisse, seria morto. Apresentou-se logo o filho de um rei. Foi muito bem recebido e à noite
Era uma vez um rei que tinha doze filhas muito lindas. Dormiam em doze camas, todas no mesmo quarto; e quando iam para a cama, as portas do quarto eram trancadas a chave por fora. Pela manhã, porém, os seus sapatos apresentavam as solas gastas, como se tivessem dançado com eles toda a noite; ninguém conseguia descobrir como acontecia isso. Então, o rei anunciou por todo o país que se alguém pudesse descobrir o segredo, e saber onde as princesas dançavam de noite, casaria com aquela de quem mais gostasse e seria o seu herdeiro do trono; mas quem tentasse descobrir isso, e ao fim de três dias e três noites não o conseguisse, seria morto. Apresentou-se logo o filho de um rei. Foi muito bem recebido e à noite levaram-no para o quarto ao lado daquele onde as princesas dormiam nas suas doze camas. Ele tinha que ficar sentado para ver onde elas iam dançar; e, para que nada se passasse sem ele ouvir, deixaram-lhe aberta a porta do quarto. Mas o rapaz daí a pouco adormeceu; e, quando acordou de manhã, viu que as princesas tinham dançado de noite, porque as solas dos seus sapatos estavam cheias de buracos. O mesmo aconteceu nas duas noites seguintes e por isso o rei ordenou que lhe cortassem a cabeça. Depois…
Era uma vez um príncipe que queria se casar com uma princesa, mas uma princesa de verdade, de sangue real mesmo. Viajou pelo mundo inteiro, à procura da princesa dos seus sonhos, mas todas as que encontrava tinham algum defeito. Não é que faltassem princesas, não: havia de sobra, mas a dificuldade era saber se realmente eram de sangue real. E o príncipe retornou ao seu castelo, muito triste e desiludido, pois queria muito casar com uma princesa de verdade. Uma noite desabou uma tempestade medonha. Chovia desabaladamente, com trovoadas, raios, relâmpagos. Um espetáculo tremendo! De repente bateram à porta do castelo, e o rei em pessoa foi atender, pois os criados estavam ocupados enxugando as salas cujas janelas foram abertas pela tempestade. Era uma moça, que dizia ser uma
Era uma vez um príncipe que queria se casar com uma princesa, mas uma princesa de verdade, de sangue real mesmo. Viajou pelo mundo inteiro, à procura da princesa dos seus sonhos, mas todas as que encontrava tinham algum defeito. Não é que faltassem princesas, não: havia de sobra, mas a dificuldade era saber se realmente eram de sangue real. E o príncipe retornou ao seu castelo, muito triste e desiludido, pois queria muito casar com uma princesa de verdade. Uma noite desabou uma tempestade medonha. Chovia desabaladamente, com trovoadas, raios, relâmpagos. Um espetáculo tremendo! De repente bateram à porta do castelo, e o rei em pessoa foi atender, pois os criados estavam ocupados enxugando as salas cujas janelas foram abertas pela tempestade. Era uma moça, que dizia ser uma princesa. Mas estava encharcada de tal maneira, os cabelos escorrendo, as roupas grudadas ao corpo, os sapatos quase desmanchando… que era difícil acreditar que fosse realmente uma princesa real. A moça tanto afirmou que era uma princesa que a rainha pensou numa forma de provar se o que ela dizia era verdade. Ordenou que sua criada de confiança empilhasse vinte colchões no quarto de hóspedes e colocou sob eles uma ervilha. Aquela seria a cama da “princesa”. A moça estranhou a altura da cama, mas conseguiu, com a ajuda de…