Tem gente que acha que virar a página é esquecer…Mas não é… Virar a página é aceitar que aquela história existiu, que deixou marcas, que ensinou, que machucou,e de fato, que não precisa continuar sendo o capítulo principal. Existem ambientes onde as pessoas aprendem a olhar apenas para o próprio umbigo, onde a régua é sempre mais dura para o outro, onde a aparência importa mais que a essência, onde a compaixão tem prazo de validade e o amor depende de desempenho, onde o ego fala mais alto e a falsidade desfila debochando da humildade e quando você começa a perceber isso, algo dentro de você também começa a mudar, você começa a entender que não nasceu para caber em moldes apertados, que não precisa diminuir sua luz para que
Tem gente que acha que virar a página é esquecer…Mas não é… Virar a página é aceitar que aquela história existiu, que deixou marcas, que ensinou, que machucou,e de fato, que não precisa continuar sendo o capítulo principal. Existem ambientes onde as pessoas aprendem a olhar apenas para o próprio umbigo, onde a régua é sempre mais dura para o outro, onde a aparência importa mais que a essência, onde a compaixão tem prazo de validade e o amor depende de desempenho, onde o ego fala mais alto e a falsidade desfila debochando da humildade e quando você começa a perceber isso, algo dentro de você também começa a mudar, você começa a entender que não nasceu para caber em moldes apertados, que não precisa diminuir sua luz para que outros se sintam maiores, que seu caracter não se mistura naquele tipo de pessoas, que a gente não precisa empinar o nariz e deixar a humildade de lado, que não é egoísmo escolher a própria paz. Às vezes, virar a página dói… Porque você não está apenas fechando um ciclo está se despedindo da versão de você que tentou, insistiu, acreditou, teve esperanças, que entregou tudo… Mas chega um momento em que continuar na mesma página é trair a si mesmo, é persistir no proprio erro, é forçar estar em…
Este blog nasceu em 2006, ainda no antigo Blogger. Naquela época, os blogs eram como diários digitais, lugares onde a gente podia se expressar, criar, experimentar e aprender. Foi através dele que dei meus primeiros passos no web design: comecei a criar layouts criativos não só para mim, mas também para amigos e colegas. Era um tempo em que montar um layout do zero, brincar com HTML e CSS, e ver tudo funcionando online, trazia uma sensação única de conquista. Além disso, foi através desse espaço que consegui minhas primeiras oportunidades de trabalho e até minha primeira renda. Com o passar dos anos, o mundo digital mudou muito. Vieram as redes sociais rápidas, os smartphones, os sites responsivos. De repente, aquele espaço de liberdade criativa que eu tinha no Blogger
Este blog nasceu em 2006, ainda no antigo Blogger. Naquela época, os blogs eram como diários digitais, lugares onde a gente podia se expressar, criar, experimentar e aprender. Foi através dele que dei meus primeiros passos no web design: comecei a criar layouts criativos não só para mim, mas também para amigos e colegas. Era um tempo em que montar um layout do zero, brincar com HTML e CSS, e ver tudo funcionando online, trazia uma sensação única de conquista. Além disso, foi através desse espaço que consegui minhas primeiras oportunidades de trabalho e até minha primeira renda. Com o passar dos anos, o mundo digital mudou muito. Vieram as redes sociais rápidas, os smartphones, os sites responsivos. De repente, aquele espaço de liberdade criativa que eu tinha no Blogger começou a parecer limitado. A cada atualização de plataforma, eu sentia que perdia um pouco do controle sobre a forma como queria expressar minhas ideias visuais. Foi aí que, aos poucos, me afastei. Migrei do web design para o design gráfico, depois para a ilustração, e o blog acabou ficando de lado. Ainda assim, sempre que batia a vontade de escrever, eu voltava aqui e publicava alguma coisa, porque esse espaço sempre foi parte de mim. Enquanto isso, percebi que muita gente foi abandonando seus blogs também. As redes sociais…