Não é a toa que muita gente fala que vivemos num manicômio global. Então meu primo me enviou esse video. Que oferece dicas de como viver neste mundo ^^

Não é a toa que muita gente fala que vivemos num manicômio global. Então meu primo me enviou esse video. Que oferece dicas de como viver neste mundo ^^
Esse blog nasceu em 2006, com o nome Mundo da Luha, lá no antigo e querido Blogger. Por muitos anos, ele foi meu refúgio de escrita, criatividade e memórias guardadas com carinho. Agora, ganha um novo lar, com domínio próprio e um espaço mais maduro — mas ainda carregando a mesma alma.
Volta e meia me recorro a ele pra escrever o que vale a pena ser lembrado. Porque pra mim, escrever é mais do que palavras… é uma forma de viver, sentir e guardar.
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A fatuidade humana é sórdida.
Narcisar-se é eclipsar a alma.
A Raça requér ablução,
anseia infinitamente eutimia.
Manipulados pelo exército da exclusão e,
padronizados pela casta da exceção.
A sobriedade humana oculta a essência do ser.
Os isntíntos genuínos extíntos com a evolução,
eliminam a existência.
E como seres humanos,
deixa-se de pensar,
deixa-se de sonhar,
e ganha-se de brinde uma psíque a pilhas,
controlado via wireless,
por administradores de uma rede de pseudo-normais.
Profunda reflexão!
Quem padroniza o belo?
Esteriótipos idolatrados pela massa castrada de pensamentos.
Quem padroniza o normal?
Quem padroniza o certo ou o errado?
Sociedade da hipocrisia
formada pela escola do capitalismo e da futilidade.
Esquece-se da individualidade e assume-se o individualismo.
Equivocadamente, o indivíduo auto denomina-se centro do universo,
porém é manipulado por toda sua órbita.
Coloca-se na posição de Deus e lança mão da posição de simples mortal,
extíngue sua origem, a origem de cada ser,
o que os tornam únicos em sua existência.
Onde haverá diversidade,
onde todos buscam ser de uma única forma,
maneira, ter um único pensamento???
Os Loucos são excluídos da sociedade,
por não seguirem o padrão estabelecido
pelos grupos dominantes, dos genéticamente utópicos,
que esquecem e eliminam sua própria
essência humana, seus próprios instíntos.
Onde deveria ser o verdadeiro Hospício?
(Damiani 2009)