O Poço — Papai, papai, papaiiiiii… onde Deus mora? A pequena menininha perguntou apressada para seu pai, tão assim de repente… O homem estava diante do espelho, fazendo a barba, super ocupado concentrado… Sem pensar muito, respondeu: — Deus mora no poço, filha… A menina arregalou os olhos e saiu correndo pela casa. Pouco depois, a mãe apareceu na porta do banheiro, um pouco aflita. — Por que você disse à menina que Deus mora no poço, amor?? O homem se virou, surpreso. — Eu disse isso? — Disse. Ela veio me perguntar se Deus mora no poço mesmo! Ele ficou pensativo por um instante. — Engraçado… eu nem pensei antes de responder… Mas acho que sei de onde veio essa lembrança… A menina aproximou e ficou junto a mãe
O Poço — Papai, papai, papaiiiiii… onde Deus mora? A pequena menininha perguntou apressada para seu pai, tão assim de repente… O homem estava diante do espelho, fazendo a barba, super ocupado concentrado… Sem pensar muito, respondeu: — Deus mora no poço, filha… A menina arregalou os olhos e saiu correndo pela casa. Pouco depois, a mãe apareceu na porta do banheiro, um pouco aflita. — Por que você disse à menina que Deus mora no poço, amor?? O homem se virou, surpreso. — Eu disse isso? — Disse. Ela veio me perguntar se Deus mora no poço mesmo! Ele ficou pensativo por um instante. — Engraçado… eu nem pensei antes de responder… Mas acho que sei de onde veio essa lembrança… A menina aproximou e ficou junto a mãe escutando o que o pai tinha pra contar: Quando eu era menino — começou ele contando — morávamos num sítio que tinha um velho poço em frente à casa um pouco semelhante ao que a gente tem no fundo do quintal aqui… Certo dia passou por ali uma pequena caravana de andarilhos pedindo água. Entre eles havia um homem alto, de barba longa. Ele tirava água do poço quando, de repente, parou… e ficou olhando para dentro por um longo tempo. Aquilo despertou minha curiosidade… e, percebendo meu olhar, ele…
Era uma vez, em eras tão antigas que o vento ainda sabia contar histórias aos telhados das casas, um imperador já curvado pelos anos, senhor de uma terra distante. Seus cabelos eram brancos como a neve que coroava os montes no inverno, e seus olhos, embora cansados, guardavam o brilho de quem muito vivera e muito aprendera. Chamava-se Imperador Akihiro, e governara com justiça e mansidão. Contudo, não possuía filhos, nem filhas, nem parentes a quem confiar o trono dourado que reluzia no grande salão do palácio. E essa ausência era-lhe como um sino grave a soar todas as noites em seu coração. — De que vale um reino próspero — murmurava ele às estrelas — se não houver mãos dignas para guiá-lo quando as minhas repousarem? Após longas reflexões
Era uma vez, em eras tão antigas que o vento ainda sabia contar histórias aos telhados das casas, um imperador já curvado pelos anos, senhor de uma terra distante. Seus cabelos eram brancos como a neve que coroava os montes no inverno, e seus olhos, embora cansados, guardavam o brilho de quem muito vivera e muito aprendera. Chamava-se Imperador Akihiro, e governara com justiça e mansidão. Contudo, não possuía filhos, nem filhas, nem parentes a quem confiar o trono dourado que reluzia no grande salão do palácio. E essa ausência era-lhe como um sino grave a soar todas as noites em seu coração. — De que vale um reino próspero — murmurava ele às estrelas — se não houver mãos dignas para guiá-lo quando as minhas repousarem? Após longas reflexões e conselhos com os sábios da corte, teve uma ideia que lhe pareceu tão clara quanto o sol da primavera. Mandou anunciar por todo o reino: — Que venham ao palácio todos os meninos de boa índole! Deles sairá aquele que herdará minha coroa. No dia marcado, o pátio real encheu-se de pequenos pés inquietos, olhos curiosos e corações palpitantes. Entre eles estava um menino de olhar sereno e passos ligeiros chamado Yuki. Vivia com sua mãe numa casa simples próxima ao rio, onde aprendera que a verdade é como…
Tem gente que acha que virar a página é esquecer…Mas não é… Virar a página é aceitar que aquela história existiu, que deixou marcas, que ensinou, que machucou,e de fato, que não precisa continuar sendo o capítulo principal. Existem ambientes onde as pessoas aprendem a olhar apenas para o próprio umbigo, onde a régua é sempre mais dura para o outro, onde a aparência importa mais que a essência, onde a compaixão tem prazo de validade e o amor depende de desempenho, onde o ego fala mais alto e a falsidade desfila debochando da humildade e quando você começa a perceber isso, algo dentro de você também começa a mudar, você começa a entender que não nasceu para caber em moldes apertados, que não precisa diminuir sua luz para que
Tem gente que acha que virar a página é esquecer…Mas não é… Virar a página é aceitar que aquela história existiu, que deixou marcas, que ensinou, que machucou,e de fato, que não precisa continuar sendo o capítulo principal. Existem ambientes onde as pessoas aprendem a olhar apenas para o próprio umbigo, onde a régua é sempre mais dura para o outro, onde a aparência importa mais que a essência, onde a compaixão tem prazo de validade e o amor depende de desempenho, onde o ego fala mais alto e a falsidade desfila debochando da humildade e quando você começa a perceber isso, algo dentro de você também começa a mudar, você começa a entender que não nasceu para caber em moldes apertados, que não precisa diminuir sua luz para que outros se sintam maiores, que seu caracter não se mistura naquele tipo de pessoas, que a gente não precisa empinar o nariz e deixar a humildade de lado, que não é egoísmo escolher a própria paz. Às vezes, virar a página dói… Porque você não está apenas fechando um ciclo está se despedindo da versão de você que tentou, insistiu, acreditou, teve esperanças, que entregou tudo… Mas chega um momento em que continuar na mesma página é trair a si mesmo, é persistir no proprio erro, é forçar estar em…
Meu segundo filho, Iago Emanuel, teve um desenvolvimento considerado normal até completar 1 ano. Tudo bem que, aos 5 meses, ele teve alergia alimentar mas isso eu conto em outro post aqui do blog. Ele começou a balbuciar cedo, lá pelos 5 para 6 meses, e tudo parecia dentro do esperado. A única coisa diferente era que ele não aceitava músicas infantis, como Galinha Pintadinha, Patati Patatá e semelhantes. Ele preferia assistir sempre aos mesmos desenhos e não aceitava mudar sua rotina. Também tinha uma mantinha, que ele mamava e não largava por nada. Até aí, eu achava tudo bem, apenas o jeitinho dele. Mas quando ele fez 1 ano, depois da festinha, ele começou a mudar. Ele já não olhava mais para fotos, parou de falar como antes, ficava
Meu segundo filho, Iago Emanuel, teve um desenvolvimento considerado normal até completar 1 ano. Tudo bem que, aos 5 meses, ele teve alergia alimentar mas isso eu conto em outro post aqui do blog. Ele começou a balbuciar cedo, lá pelos 5 para 6 meses, e tudo parecia dentro do esperado. A única coisa diferente era que ele não aceitava músicas infantis, como Galinha Pintadinha, Patati Patatá e semelhantes. Ele preferia assistir sempre aos mesmos desenhos e não aceitava mudar sua rotina. Também tinha uma mantinha, que ele mamava e não largava por nada. Até aí, eu achava tudo bem, apenas o jeitinho dele. Mas quando ele fez 1 ano, depois da festinha, ele começou a mudar. Ele já não olhava mais para fotos, parou de falar como antes, ficava nervoso quando não conseguia fazer algo e jogava as coisas no chão com raiva. Às vezes dava tapas no chão. Muitas vezes ficava deitado olhando para o teto, como se tivesse “desligado”. Eu o chamava e ele se fingia de surdo. Também passou a rejeitar alimentos misturados só aceitava tudo separadinho, como arroz de um lado e feijão de outro. Achei tudo aquilo estranho e comecei a pesquisar. Passei o dia inteiro lendo artigos, relatos, assistindo documentários, filmes, tudo. Foi quando percebi que muitos sinais batiam com autismo, até mesmo…
Este blog nasceu em 2006, ainda no antigo Blogger. Naquela época, os blogs eram como diários digitais, lugares onde a gente podia se expressar, criar, experimentar e aprender. Foi através dele que dei meus primeiros passos no web design: comecei a criar layouts criativos não só para mim, mas também para amigos e colegas. Era um tempo em que montar um layout do zero, brincar com HTML e CSS, e ver tudo funcionando online, trazia uma sensação única de conquista. Além disso, foi através desse espaço que consegui minhas primeiras oportunidades de trabalho e até minha primeira renda. Com o passar dos anos, o mundo digital mudou muito. Vieram as redes sociais rápidas, os smartphones, os sites responsivos. De repente, aquele espaço de liberdade criativa que eu tinha no Blogger
Este blog nasceu em 2006, ainda no antigo Blogger. Naquela época, os blogs eram como diários digitais, lugares onde a gente podia se expressar, criar, experimentar e aprender. Foi através dele que dei meus primeiros passos no web design: comecei a criar layouts criativos não só para mim, mas também para amigos e colegas. Era um tempo em que montar um layout do zero, brincar com HTML e CSS, e ver tudo funcionando online, trazia uma sensação única de conquista. Além disso, foi através desse espaço que consegui minhas primeiras oportunidades de trabalho e até minha primeira renda. Com o passar dos anos, o mundo digital mudou muito. Vieram as redes sociais rápidas, os smartphones, os sites responsivos. De repente, aquele espaço de liberdade criativa que eu tinha no Blogger começou a parecer limitado. A cada atualização de plataforma, eu sentia que perdia um pouco do controle sobre a forma como queria expressar minhas ideias visuais. Foi aí que, aos poucos, me afastei. Migrei do web design para o design gráfico, depois para a ilustração, e o blog acabou ficando de lado. Ainda assim, sempre que batia a vontade de escrever, eu voltava aqui e publicava alguma coisa, porque esse espaço sempre foi parte de mim. Enquanto isso, percebi que muita gente foi abandonando seus blogs também. As redes sociais…
Esse ano (2024) muitas pessoas pegaram dengue aqui na minha cidade, e varias pessoas pegaram também chikungunya. E eu fui uma delas… depois do meu marido ter pegado dengue forte, meus filhos tbm e a rua toda… Chegou minha vez, eu até peguei dengue umas 2 vezes nos anos retrasados… Mas nunca havia pegado chikungunya desde então… Resolvi escrever esse relato a fim de ajudar alguém que esteja passando por essa doença cruel demais! Tudo começou com dor nas articulação forte, uma febre e calafrios… a febre não foi muito alta… achei que era dengue… comecei a tomar dipirona né e beber muito soro e líquidos… de repente eu tive muitas manchas vermelha no corpo… que queimavam como queimadura do sol… doía demais e queimava de uma forma muito
Esse ano (2024) muitas pessoas pegaram dengue aqui na minha cidade, e varias pessoas pegaram também chikungunya. E eu fui uma delas… depois do meu marido ter pegado dengue forte, meus filhos tbm e a rua toda… Chegou minha vez, eu até peguei dengue umas 2 vezes nos anos retrasados… Mas nunca havia pegado chikungunya desde então… Resolvi escrever esse relato a fim de ajudar alguém que esteja passando por essa doença cruel demais! Tudo começou com dor nas articulação forte, uma febre e calafrios… a febre não foi muito alta… achei que era dengue… comecei a tomar dipirona né e beber muito soro e líquidos… de repente eu tive muitas manchas vermelha no corpo… que queimavam como queimadura do sol… doía demais e queimava de uma forma muito ruim… meu pé e mão começou a inchar e doía muito quando eu pisava… Meu amigo me assustou falando que eu poderia estar com dengue hemorrágica e eu fui correndo pro upa… lá fiz exame de sangue de novo e tomei bolsas de soro, o exame deu que as plaquetas estavam boas acima de 120 mil… Eu estava tbm com muitas ínguas na nuca e meus olhos estavam inchados e meu deu herpes em um dos olhos… A medica então receitou prednisona pra eu começar a tomar pra reduzir o inchaço…